Elementos

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Fardação

A fardação para a corrida de Sexta-Feira é na casa do Bentinho em Santo Aleixo da Restauração pelas 20 horas.

A fardação para a corrida de Garvão é na casa do Hugo pelas 16 horas.



Atenção aos atrasos!

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Corrida da Messejana por Joaquim Estevens

Messejana – 15 de Agosto – Dia de Santa Maria
Messejana, vila do Baixo Alentejo situada entre Aljustrel e Ourique, à qual nos referimos amiudadamente gracejando ou brincando com a “sua praia”, é terra de fortes e arreigadas tradições taurinas, as quais tem perdurado ao longo dos tempos. Recordamos aqui o reverendíssimo padre Serralheiro, pároco local nos idos anos cinquenta, sessenta e setenta do século passado, aficionado de primeira água, que muito contribuiu para a divulgação da festa de toiros: Mais recentemente, Manuel de Brito Ruas, seu ex-autarca ao longo de mais de duas décadas, antigo forcado, empresário e apoderado tauromáquico e obviamente, pessoa muito ligada à tauromaquia da região, deu o seu valioso contributo e empenho na recuperação da infra-estrutura hoje existente a qual é propriedade da Santa Casa da Misericórdia local. Naturalmente e nos dias que ora correm, outros têm e bem, dado continuidade à obra iniciada pelos seus antepassados: Neste contexto e no decorrer das tradicionais festas de Santa Maria e em honra de Nossa Senhora da Assunção, a misericórdia messejanense, organizou na denominada Praça de Toiros Padre Serralheiro, uma corrida, anunciada, como acontecimento de emoção e com seis magníficos toiros Veiga Teixeira, para os cavaleiros Rui Salvador, António Brito Paes e João Teles Jº, com as pegas a cargo dos forcados amadores de Évora e Beja, capitaneados respectivamente por Bernardo Patinhas e Manuel Almodôvar.
A singular praça, encontrava-se quase lotada, assistindo-se assim a uma corrida de toiros com expectativas elevadas, quer pelas características do redondel, quer pelo gabarito e prestígio dos Veiga Teixeira, os quais nem todos primaram pela bravura. Todos os cavaleiros lidaram os seus oponentes com mestria, cravando e distribuindo a respectiva ferragem, muitas vezes em terrenos de compromisso, porquanto a investida dos toiros não era a mais nobre, com excepção do último da noite, o qual desde o inicio da lide sempre se mostrou sério e com casta, permitindo ao jovem cavaleiro da Torrinha uma excelente actuação. A música e os aplausos foram uma constante, sublinhando e premiando lides, de todos, cheias de saber e brilho, desenvolvidas a contento para superar as dificuldades impostas pelos toiros numa arena cujas dimensões são limitadas.
Ao segundo da noite, manso e com fraca investida, foi Ricardo Castilho tentar a pega: Não logrou concretizar à primeira tentativa, já que o toiro investiu, metendo a cabeça de forma desconforme não permitindo a adequada reunião. Concretizou à segunda tentativa, ajudado por Álvaro Sampaio. Bom desempenho das segundas ajudas, os irmãos Mauro e Márcio Lança. O cavaleiro de Tomar, abriu a segunda parte da corrida, enfrentando e lidando um animal que veio a evidenciar sérios sintomas de cansaço na parte final da lide, facto que de alguma forma ensombrou a pega executada à primeira pelo forcado Miguel Nuno Sampaio, o qual se “alapou” totalmente na cabeça do toiro, viajando até quase à parede / trincheira, para aí, sem abrir braços ou pernas acompanhar a queda do toiro, que talvez por manifesto cansaço, não aguentou o peso e força do grupo, estatelando-se por completo na arena. Como acima referimos, ditou a sorte que o último da noite, um negro de córnea aberta anunciado com 580 kg, de 2007, permitisse tanto ao cavaleiro como ao forcado, excelentes actuações. O nosso valoroso forcado João Fialho, cremos que ainda a recuperar da mazela de Entradas, não se deixou intimidar e porfiou no êxito, deixando registada na Praça de Messejana, uma pega de excelência, tal a forma como consumou o seu intento: Citou com elegância, pisando os terrenos do toiro, esteve perfeito na reunião, viajando bem fechado, aguentou os derrotes daquele que como já dissemos e em nossa opinião, foi o toiro mais completo da corrida. Nesta vistosa pega à primeira tentativa, todo o grupo deu boa conta de si, ajudando e entrando nos momentos exactos.
Regressámos a Beja animados pela satisfação de ter visto o Grupo de Forcados Amadores de Beja ombrear muito dignamente com um dos grupos de maior prestígio da forcadagem nacional, mostrando assim à aficion e à crítica que grupo tem valores e ambição para poder pisar outras arenas. Felicitamos o cabo Manuel Almodôvar e todo o seu grupo por este duro desempenho.
E por hoje é tudo, despedimo-nos como sempre: Sorte Moços!
Um abraço do Joaquim Estevens (16.08.2011)

Cabeça Gorda e Castro Marim por Joaquim Estevens

Nocturnas de Cabeça Gorda e Castro Marim, 12 e 13 de Agosto.
O Grupo de Forcados Amadores de Beja, apresentou-se nestas duas localidades, integrando os seus cartazes festivo-taurinos, tendo em qualquer delas prestações distintas e diversas, o que obviamente, faz parte do memorial de qualquer agremiação e nem por isso pode ser factor de tristeza ou de desânimo.
Se na corrida de dia 12, na Cabeça Gorda, os ventos sopraram mais ou menos de feição o mesmo já se não pode dizer da corrida de Castro Marim, onde a brisa marítima ia fazendo das suas em todos os grupos de forcados, perante uma assistência que lotava por completo a desmontável de Inácio Ramos.
Integrada nos festejos anuais em honra do seu santo padroeiro, a Cabeça Gorda e pela mão do antigo cavaleiro de alternativa Luís Cruz, viu mais uma corrida de toiros: Este ano com toiros da Ganadaria Passanha (3 anos) para os cavaleiros João Moura, Tito Semedo e Ana Baptista, com os grupos de Cascais e Beja na função das pegas. Meia casa forte, assistiu ao espectáculo que decorreu sem quaisquer dificuldades dignas de registo.
No segundo da noite, lidado pelo cavaleiro de Ourique, coube a Francisco Sampaio a tarefa de ir à cara: Evidenciando alguns problemas a recuar e que certamente corrigirá no futuro, consumou à terceira tentativa. Não obstante a frustração dos intentos anteriores, todo o grupo esteve coeso, com todos os elementos no seu lugar. À primeira tentativa, pegou Francisco Santos o quarto da ordem, com João Afonso (Castor) a dar primeiras, Luís Eugénio e Luís Picanço nas segundas. Miguel Nuno Sampaio a rabejar com eficiência. Fechou com a chave de ouro, o forcado Luís Barbio, que à primeira tentativa consumou uma vistosa pega, aguentando-se valorosamente na cabeça do toiro. Pega vistosa, com todo o grupo a cumprir, excepção feita à fraca prestação do rabejador, Bento Quadros e Costa, que não conseguiu suster e imobilizar totalmente o toiro, situação que estamos em crer, poderá corrigir e ultrapassar no futuro. Já aqui temos dito que não há corridas fáceis ou difíceis de mais ou menos responsabilidade: há corridas e todas elas são ou devem ser entendidas como um exame, onde os resultados podem variar desde as reprovações às aprovações, estas com distinção ou com menção honrosa. O público e aficion ditam o veredicto: pensamos que na corrida em análise, a menção honrosa, assenta perfeitamente como nota final do exame, sendo indisfarçável na cara de todos, forcados, amigos e acompanhantes, a satisfação e orgulho por uma boa prestação.
No final do dia 13, rumou o GFAB e seus devotos acompanhantes ao Algarve, mais propriamente a Castro Marim, bonita vila ribeirinha do Guadiana. Tal como na noite anterior em Cabeça Gorda, festividades de carácter popular e religioso acolhiam a tauromaquia nos seus programas. Sob o olhar altivo do Castelo de Castro Marim, importante monumento da época medieval, decorriam as festas em honra de Nossa Senhora dos Mártires e nelas, o empresário e ganadeiro Inácio Ramos, inscreveu mais uma corrida de toiros, a qual, muito justamente já faz parte do calendário taurino do Algarve, tal a categoria dos artistas que lá actuam e a quantidade de aficionados que lá acorre. Neste ano de 2011 da graça de Deus, estiveram naquele tauródromo os cavaleiros de alternativa Joaquim Bastinhas e Rui Fernandes, acompanhados do cavaleiro praticante João Maria Branco que lidaram com brio e desenvoltura toiros das ganadarias Passanha e Inácio Ramos (3 de cada). Os artistas de jaqueta pertenciam aos grupos de Cascais, Arronches e Beja.
Perante toiros reservados, a descair para o mansote e com algum sentido, os cavaleiros em praça, procuraram não deixar os seus créditos por mãos alheias, dispensando aos opositores as lides possíveis e adequadas. Noite dura, muito dura mesmo, para os forcados de todos os grupos, que sentiram e viveram altas dificuldades para consumar as suas actuações: excepção feita à segunda pega do Grupo de Arronches, realizada à primeira tentativa de forma brilhante e tecnicamente perfeita. Em todas as outras cinco pegas e após várias tentativas, lamentavelmente, mandaram sempre os toiros e esses nada facilitaram aos forcados: esteve-se em noite de pegas de recurso e a cesgo.
Um toiro Passanha de 510 kg, ostentando o número 7 na espádua, com uma córnea aberta, o terceiro da noite, investiu por três vezes, forte e com determinação ao forcado Guilherme Santos, o qual nunca recuando como devia teve sempre problemas na reunião, os quais se transmitiam por inteiro a todo o grupo. Concretizou à quarta tentativa e em sorte de recurso com todo o conjunto a carregar abruptamente e sem brilho junto às tábuas. No último da noite, um toiro com córnea acabanada de Inácio Ramos com 520 kg e de 2008, investindo com pata e sentido, não permitiu a Ricardo Castilho aquela pega que ele ambicionava e todos esperávamos, já que esteve elegante a citar, pois haveria de retirar-lhe a cara e despejar todo o grupo por terra, mais que uma vez, muito embora neste particular, não possamos relevar a actuação do grupo que não esteve a ajudar como e onde devia. Consumou com dificuldade e em recurso. Enfim, há dias e noites assim e como acima dizemos, quando se reprova num exame, não se abandona a escola, há é que voltar a ler os livros e estudar mais melhor a lição, para conseguir a aprovação no exame que se segue.
Não querendo nem podendo esquecer outros anfitriões que com grande hospitalidade nos têm recebido, queremos aqui deixar uma palavra de agradecimento à família Sampaio Falcão pela forma carinhosa com que sempre acolheram em sua casa o GFAB, seus amigos e acompanhantes. O nosso muito obrigado.
Que o dia 15 de Agosto, dia de Santa Maria e dia santo, venerado e guardado por todos os alentejanos, seja um dia para o nosso grupo se encontrar consigo mesmo e com aquela técnica e saber que já nos mostrou, levar de vencida os Veiga Teixeira na Praça de Messejana.
Para lá e até lá…… sorte moços! Um abraço do Joaquim Estevens (14.08.2011)

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Fardação Cabeça Gorda

A fardação para a corrida desta noite na Cabeça Gorda vai ser no Monte da Corte Ligeira http://www.corteligeira.com/ pelas 20 horas.

Atenção aos atrasos!

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Monte Gordo e Beja

Fim-de-semana Taurino: Monte Gordo e Beja. 6 E 7 de Agosto 2011.

Se para alguns o mês de Agosto é tempo de férias, descanso e lazer, para o Grupo de Forcados Amadores de Beja é ocasião para satisfazer compromissos e responsabilidades, calcorreando estradas e pisando as mais variadas arenas por dedicação e amor à arte de pegar toiros; ainda que em dias seguidos, tal situação não amedronta nem atemoriza aqueles que um dia decidiram envergar a jaqueta das ramagens. Assim, no passado Sábado, dia 6, repartindo cartaz com o Real Grupo de Forcados de Moura e o grupo de Forcados de Turlock (Califórnia) os rapazes de Beja, comandados por Manuel Almodôvar apresentaram-se na desmontável de Monte Gordo, excelente e muito procurada estância algarvia de veraneio. Com a praça esgotada, actuaram os cavaleiros de alternativa, João Moura e Rui Fernandes e o cavaleiro praticante Mateus Prieto, perante toiros das ganadarias Passanha e Inácio Ramos, os quais com apresentação e peso cumpriram de forma aceitável.
Coube a Miguel Nuno Sampaio a primeira prestação do Grupo de Beja: Bem ajudado pelo seu primo Álvaro Sampaio, executou à primeira tentativa uma vistosa pega, na qual o Luís Eugénio e o Augusto Silva se empregaram bem a dar segundas; José Maria Brito Paes, rabejou garbosamente com eficiência. O último da noite, com cerca de 500 kg, de 2008 e da ganadaria de Inácio Ramos, manifestando fraca investida, apresentando córnea fechada, lidado pelo jovem praticante Mateus Prieto foi destinado a José Miguel Falcão, o nosso sempre alegre e bem-disposto “Fázinha”. Actuando na sua terra, não logrou como seria seu desejo, consumar à primeira, vindo a consegui-lo de forma correcta no segundo intento. Em nossa modesta opinião, duas razões podem ter contribuído para este desfecho: A forma física do forcado, ainda a ressentir-se de alguma mazela da corrida de Entradas e o piso da arena, bastante pesado, o qual bastante dificultou a conveniente desenvoltura de todos os intervenientes ao longo da corrida. José Miguel Falcão, na segunda tentativa corrigiu a postura, estando correcto e preciso no momento da reunião, com todo o grupo a fechar-se e a resolver com técnica.
Como se diz em gíria, esta vinha estava vindimada e nós acrescentamos: vindimada de forma muito razoável e estimulante para o dia seguinte, já que na centenária praça da nossa cidade, o grupo iria enfrentar com responsabilidades acrescidas, um curro de Varela Crujo. Dizemos responsabilidades acrescidas por ser sempre importante actuar na nossa terra e desta feita, ombreando com um grupo da primeira linha da forcadagem nacional e com inúmeros créditos firmados: O Grupo de Forcados Amadores de Alcochete.
Confessamos que já tínhamos saudades de ver o redondel da Varela Crujo com a moldura humana que apresentou na noite de Domingo, dia 7: Sem querer, vieram-nos à memória tempos de outrora, em que nem a elevada canícula afastava o público da sua praça lotando-a quase sempre por completo, fazendo da Corrida do dia 10 de Agosto, um dia histórico com glórias e êxitos que algumas placas de mármore teimosamente imortalizam no seu pátio de quadrilhas.
Fez-se anunciar um cartaz, em nosso entender, bem rematado e que a aficion de Beja justamente merecia e há muito reclamava. Como atrás referimos, o público lotava muito seguramente, mais de três quartos da praça, situação que já fazia parte das nossas memórias, sinal, que desta vez não se sentiu traído e desconsiderado.
Os cavaleiros Luís Rouxinol, Victor Ribeiro, Sónia Matias, António Brito Paes, Duarte Pinto e Tiago Carreiras, à hora indicada e ao som da música da Sociedade Filarmónica Capricho Bejense, entraram em Praça acompanhados das respectivas quadrilhas. Pelos forcados, os Grupos Amadores de Alcochete e Beja assumiram a tarefa das pegas a um curro de toiros de 2007, com peso e que cedo evidenciou comportamentos complicados. Nesta noite de Agosto, os ventos não sopraram de feição para o grupo visitante, muito embora seja de reconhecer e realçar o elevado valor, valentia, técnica e saber, demonstrados pelo cabo Vasco Pinto e alguns dos seus comandados.
Para os Amadores de Beja, a noite começaria com uma extraordinária pega executada de pronto por um forcado a quem as coisas nem sempre têm corrido bem, porém, desta vez, Ricardo Soares com um grande coração e uma alma desejosa de brilhar, consumou na perfeição: Viajou com galhardia na cabeça do toiro, com as ajudas a entrar em tempo oportuno; Álvaro Sampaio em primeira, Mauro Lança e Augusto Silva nas segundas, ajudaram com excelente eficiência. O quarto da noite, com 495 kg., que cedo se manifestou falso e com investidas a condizer, foi lidado pelo cavaleiro António Maria Brito Paes que não obstante alguns toques na montada, conseguiu sacar na parte final da lide, uma faena agradável, que o público generosamente aplaudiu. Para a pega foi mandado o forcado Hugo Santana, que com grande força de braços e valentia se aguentou na cabeça do toiro, o qual, ao sentir o peso do forcado fugiu ao grupo: Determinante a entrada pronta e em muito bom tempo do rabejador José Maria Brito Paes, que de forma tecnicamente perfeita, quebrou o ímpeto do animal, permitindo às ajudas completar e fechar a pega com inteiro e vibrante sucesso. Como sói dizer-se, não há bela sem senão: Teria ficado no memorial do Grupo, se o forcado Ricardo Castilho tivesse conseguido consumar à primeira tentativa a pega do último da noite, o qual, tal como os seus irmãos não primou pela nobreza e bravura, não permitindo ao cavaleiro Tiago Carreiras uma lide brilhante. Na pega, manifestou-se igualmente falso, não tendo Ricardo Castilho conseguido à primeira e na segunda tentativa, investiu humilhado para o forcado, retirando a cabeça desajeitadamente despejou todo o grupo por terra, como que em pronuncio do que se seguiria: Aprontando-se o forcado e o grupo para tentar executar a pega à terceira tentativa, o toiro caiu na praça, renunciando à luta e morrendo de seguida.
É importante e justo dizer que os forcados da cara do G.F.A.B., tiveram nesta corrida, cada um de per si, gestos muito nobres e que em muito dignificam e honram a sua jaqueta, ao brindarem e dedicarem as suas actuações a pessoas a quem o grupo muito deve: Estamos a referir-nos à Exma. Sra. D. Maria de Fátima Brito Paes, Sr. Dr. António Almodôvar e ao antigo forcado do grupo, Dr. Luís Miguel Nunes Ribeiro. Parabéns ao Ricardo Soares, ao Hugo Santana e ao Ricardo Castilho pelo gesto e sentimento demonstrado e que muito os dignifica.
É da mais elementar justiça, deixar aqui um registo de apreço, pela forma amiga, hospitaleira, generosa e fraterna como o Grupo de Forcados Amadores de Beja e seus acompanhantes sempre são recebidos nos momentos que antecedem as fardações. É de todos conhecida a hospitalidade, carinho, amizade e dedicação que a Exma. Senhora D. Maria de Fátima Brito Paes, nos têm dispensado. Pensamos que é incomensurável a nossa divida de gratidão para com tão nobre e distinta Senhora: Daqui lhe endereçamos, respeitosamente o nosso cumprimento e sinceros votos de rápido restabelecimento.
Bom, o apontamento já vai longo e nem todos estarão de férias ou com tempo para ler as nossas escrevinhações e porque como se disse no princípio, o mês de Agosto é farto em eventos taurinos para o Grupo de Beja, assim sendo, queremos estar convosco a 12 na Cabeça Gorda para vos ajudar a enfrentar os Passanhas.

Até lá e para lá …….. Sorte Moços

Um abraço do Joaquim Estevens 08.08.2011

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Fardação

Monte Gordo, 06 de Agosto de 2011

A fardação para a corrida de Monte Gordo vai ser na casa do José Miguel Falcão ("Fazinha") pelas 20 horas.

Beja, 07 de Agosto de 2011


A fardação para a corrida de Beja vai ser na casa da madrinha do grupo pelas 20 horas.

Atenção aos atrasos!
Existem bilhetes à venda no Mira Gare para as corridas de Monte Gordo, Cabeça Gorda e Castro Marim