domingo, 31 de agosto de 2008
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
Depois da Corrida de Castro Marim...
É sabido que no seio de um grupo de forcados existe um enorme companheirismo e amizade, valores que são essenciais para que tudo corra bem dentro da arena. Depois da corrida alivia-se o stress durante o jantar e segue-se com a diversão pela noite fora. O dia 14 não foi excepção e, depois do jantar a diversão continuou pela noite fora na praia verde. Aqui ficam algumas fotos desses momentos.
Lena Cavaco


Lena Cavaco
domingo, 17 de agosto de 2008
Crónica da Corrida de Castro Marim
Corrida em Castro Marim – 14 de Agosto.
Perdoem-nos, mas vamos começar esta crónica pelo fim da jornada:
Agradável convívio entre a rapaziada, amigos e convidados; muito embora a relação qualidade / preço, do jantar, tenha ido para além das espectativas. Se o director de corrida tivesse que intervir neste particular, não teriam faltado oportunidades para uns “toquezitos” de aviso: mas adiante … o que importa é o são convívio e esse foi-o em pleno e isso é, tem sido e continuará a ser, uma tónica dominante no Grupo de Forcados Amadores de Beja. Bem hajam ... moços; continuem com a vossa simpatia e humildade, cativando amizades e “destroçando” alguns corações.
Falemos agora do nosso jantar convívio: Não cabe aqui debruçar-nos ou analisar todas as intervenções (discursos), mas não podemos nem devemos olvidar as palavras da “tia” Maria de Deus Valente (mãe do Gonçalo): As suas breves palavras, estamos em crer, traduziram e manifestaram todo o carinho e amor próprio das mães, que sentem e vivem com grande emoção a prestação dos seus filhos: Já aqui dissemos: Sempre que um forcado pisa a arena, o coração da sua mãe, contrai-se... aperta-se.
Maria de Deus: para si e para as mães de todos os forcados do Grupo de Beja e para as mães de todos os forcados, uma saudação terna e amorosa: Que Deus guarde e acompanhe sempre os vossos filhos! Igualmente de realçar, a bonita e rica intervenção do Dr. João António Palma: Daqui, lhe dizemos (julgamos): O grupo precisa e agradece (sem menosprezar ninguém), a colaboração e acompanhamento de pessoas como o senhor, conhecedoras das nossas tradições e amantes da Festa dos toiros. Não podíamos, obviamente, esquecer a intervenção de António Costa; forcado da “velha guarda” que sente, como tantos outros, com grande emoção, todas as pegas do grupo e à sua maneira e com sua simpatia, vai (sem atropelos) dando os seus conselhos. É justo dizer aqui; Os moços do Grupo de Forcados Amadores de Beja sabem dar ouvidos à veterania: Sim senhor ... bom sinal, assim sendo e assim continuando, chegarão mais longe ! João Marujo Caixinha, referencia histórica da forcadagem nacional e fundador do primeiro grupo de Beja, sempre acompanhando o actual grupo, fez-se ouvir, com toda a atenção e respeito que o seu “saber de toiros” merecem: Analisou com frieza e rigor, as pegas do Zé Miguel Falcão e do Luís Picanço, tal como dos ajudas: Estamos em crer, que as suas palavras foram, além de sabedoras, oportunas e muito importantes para o Grupo. Seria injusto, não referir aqui, a sentida e emocionada intervenção do forcado Zé Maria: ela traduziu toda a garra e todos os sentimentos de amizade que estão na base do Grupo de Forcados Amadores de Beja.
Dissemos de inicio que esta crónica começava pelo fim e assim sendo, dizemos que, coube ao Luís Picanço, a tarefa, “árdua” de pegar o último da noite . Um toiro de 475 Kg. da Ganadaria Brito Paes, aliás como todos os outros cinco antecedentes, que dava pelo nome de Xistra, foi lidado por Isabel Ramos. Lide a preceito com ferragem a condizer para um toiro sem maldade e a deixar-se tourear; lamentavelmente, o “nosso” Luís não conseguiria brilhar à primeira, tendo consumado à segunda, sem rigor e sem técnica. Mas, certamente outras oportunidades lhe surgirão para emendar, já que é manifesta a sua vontade e bravura. O terceiro da noite e igualmente lidado por Isabel Ramos, deu a José Miguel Falcão, a oportunidade de realizar uma vistosa pega à primeira tentativa: Esteve bem à frente do toiro com o Gonçalo Valente a ajudar com precisão.
Na tarefa de rabejar, o Zé Maria Brito Paes e o Miguel Sampaio, não deixaram os créditos por mãos alheias: Cumpriram e agradaram ! Falcão, dedicou com delicadeza e amizade a sua pega, ao Ganadero e Antigo Forcado, Joaquim Brito Paes.
Estiveram em praça três Grupos: Amadores da Moita, Amadores de Cuba e o nosso Grupo. Sem falsa modéstia ou vaidade bacoca, podemos afirmar que o Grupo de Beja tem estado à altura dos desafios que se lhe tem deparado, cumprindo e honrando com dignidade a sua jaqueta: Assim foi em Castro Marim.
Para além de Isabel Ramos, estiveram em praça os cavaleiros Luís Rouxinol e João Moura Caetano, acompanhados das respectivas quadrilhas. Isabel Ramos, foi alem do adágio popular: não fazendo um milagre (santos da casa não fazem milagres) esteve muito bem, toureando com à vontade encantou os seus conterrâneos e não só. Luís Rouxinol defendeu com brio os seus pergaminhos nos toiros que lhe tocaram em sorte.
Perdoem-nos a irreverência: João Moura Caetano, deveria escolher outros sítios para mostrar cavalos, já que foi mais o tempo que levou a montar, desmontar, sair e entrar em praça, do que levou a tourear. Seis cavalos para um toiro, em nosso modesto entender, parece-nos demais: Nas praças desmontáveis, também estão aficionados conhecedores e exigentes e o rigor não pode só ser imposto aos Grupos de Forcados, quanto ao número de tentativas para pegar o toiro ou quanto ao número de jaquetas na trincheira.
Castro Marim, vila Algarvia situada na margem direita do Guadiana, foi tomada aos mouros corria o ano de 1242: Com Espanha no outro lado do rio, foi fortaleza importante para os reis da nossa primeira dinastia, com especial destaque para D. Afonso III, que lhe concedeu o seu primeiro foral. Para o Grupo de Beja a corrida de Castro Marim foi importante por ser a primeira, após a sua apresentação na arena da nossa terra, Praça José Varela Corujo. Anuncia-se para trinta de Agosto, uma corrida em S. Mansos, terra de refinada aficion: estamos certos que o Grupo, saberá uma vez mais honrar dignamente a sua jaqueta, mostrando bravura e valentia nos toiros, lealdade e simpatia para com os seus amigos e acompanhantes. Até lá e para lá ...... Sorte Moços :
Um abraço do Joaquim Estevens
Um abraço do Joaquim Estevens
16.Agosto.2008
Tan ter Lan tan! Ole! Parabéns ao grupo de Beja
Perdoem-nos, mas vamos começar esta crónica pelo fim da jornada:
Agradável convívio entre a rapaziada, amigos e convidados; muito embora a relação qualidade / preço, do jantar, tenha ido para além das espectativas. Se o director de corrida tivesse que intervir neste particular, não teriam faltado oportunidades para uns “toquezitos” de aviso: mas adiante … o que importa é o são convívio e esse foi-o em pleno e isso é, tem sido e continuará a ser, uma tónica dominante no Grupo de Forcados Amadores de Beja. Bem hajam ... moços; continuem com a vossa simpatia e humildade, cativando amizades e “destroçando” alguns corações.
Falemos agora do nosso jantar convívio: Não cabe aqui debruçar-nos ou analisar todas as intervenções (discursos), mas não podemos nem devemos olvidar as palavras da “tia” Maria de Deus Valente (mãe do Gonçalo): As suas breves palavras, estamos em crer, traduziram e manifestaram todo o carinho e amor próprio das mães, que sentem e vivem com grande emoção a prestação dos seus filhos: Já aqui dissemos: Sempre que um forcado pisa a arena, o coração da sua mãe, contrai-se... aperta-se.
Maria de Deus: para si e para as mães de todos os forcados do Grupo de Beja e para as mães de todos os forcados, uma saudação terna e amorosa: Que Deus guarde e acompanhe sempre os vossos filhos! Igualmente de realçar, a bonita e rica intervenção do Dr. João António Palma: Daqui, lhe dizemos (julgamos): O grupo precisa e agradece (sem menosprezar ninguém), a colaboração e acompanhamento de pessoas como o senhor, conhecedoras das nossas tradições e amantes da Festa dos toiros. Não podíamos, obviamente, esquecer a intervenção de António Costa; forcado da “velha guarda” que sente, como tantos outros, com grande emoção, todas as pegas do grupo e à sua maneira e com sua simpatia, vai (sem atropelos) dando os seus conselhos. É justo dizer aqui; Os moços do Grupo de Forcados Amadores de Beja sabem dar ouvidos à veterania: Sim senhor ... bom sinal, assim sendo e assim continuando, chegarão mais longe ! João Marujo Caixinha, referencia histórica da forcadagem nacional e fundador do primeiro grupo de Beja, sempre acompanhando o actual grupo, fez-se ouvir, com toda a atenção e respeito que o seu “saber de toiros” merecem: Analisou com frieza e rigor, as pegas do Zé Miguel Falcão e do Luís Picanço, tal como dos ajudas: Estamos em crer, que as suas palavras foram, além de sabedoras, oportunas e muito importantes para o Grupo. Seria injusto, não referir aqui, a sentida e emocionada intervenção do forcado Zé Maria: ela traduziu toda a garra e todos os sentimentos de amizade que estão na base do Grupo de Forcados Amadores de Beja.
Dissemos de inicio que esta crónica começava pelo fim e assim sendo, dizemos que, coube ao Luís Picanço, a tarefa, “árdua” de pegar o último da noite . Um toiro de 475 Kg. da Ganadaria Brito Paes, aliás como todos os outros cinco antecedentes, que dava pelo nome de Xistra, foi lidado por Isabel Ramos. Lide a preceito com ferragem a condizer para um toiro sem maldade e a deixar-se tourear; lamentavelmente, o “nosso” Luís não conseguiria brilhar à primeira, tendo consumado à segunda, sem rigor e sem técnica. Mas, certamente outras oportunidades lhe surgirão para emendar, já que é manifesta a sua vontade e bravura. O terceiro da noite e igualmente lidado por Isabel Ramos, deu a José Miguel Falcão, a oportunidade de realizar uma vistosa pega à primeira tentativa: Esteve bem à frente do toiro com o Gonçalo Valente a ajudar com precisão.
Na tarefa de rabejar, o Zé Maria Brito Paes e o Miguel Sampaio, não deixaram os créditos por mãos alheias: Cumpriram e agradaram ! Falcão, dedicou com delicadeza e amizade a sua pega, ao Ganadero e Antigo Forcado, Joaquim Brito Paes.
Estiveram em praça três Grupos: Amadores da Moita, Amadores de Cuba e o nosso Grupo. Sem falsa modéstia ou vaidade bacoca, podemos afirmar que o Grupo de Beja tem estado à altura dos desafios que se lhe tem deparado, cumprindo e honrando com dignidade a sua jaqueta: Assim foi em Castro Marim.
Para além de Isabel Ramos, estiveram em praça os cavaleiros Luís Rouxinol e João Moura Caetano, acompanhados das respectivas quadrilhas. Isabel Ramos, foi alem do adágio popular: não fazendo um milagre (santos da casa não fazem milagres) esteve muito bem, toureando com à vontade encantou os seus conterrâneos e não só. Luís Rouxinol defendeu com brio os seus pergaminhos nos toiros que lhe tocaram em sorte.
Perdoem-nos a irreverência: João Moura Caetano, deveria escolher outros sítios para mostrar cavalos, já que foi mais o tempo que levou a montar, desmontar, sair e entrar em praça, do que levou a tourear. Seis cavalos para um toiro, em nosso modesto entender, parece-nos demais: Nas praças desmontáveis, também estão aficionados conhecedores e exigentes e o rigor não pode só ser imposto aos Grupos de Forcados, quanto ao número de tentativas para pegar o toiro ou quanto ao número de jaquetas na trincheira.
Castro Marim, vila Algarvia situada na margem direita do Guadiana, foi tomada aos mouros corria o ano de 1242: Com Espanha no outro lado do rio, foi fortaleza importante para os reis da nossa primeira dinastia, com especial destaque para D. Afonso III, que lhe concedeu o seu primeiro foral. Para o Grupo de Beja a corrida de Castro Marim foi importante por ser a primeira, após a sua apresentação na arena da nossa terra, Praça José Varela Corujo. Anuncia-se para trinta de Agosto, uma corrida em S. Mansos, terra de refinada aficion: estamos certos que o Grupo, saberá uma vez mais honrar dignamente a sua jaqueta, mostrando bravura e valentia nos toiros, lealdade e simpatia para com os seus amigos e acompanhantes. Até lá e para lá ...... Sorte Moços :
Um abraço do Joaquim Estevens
Um abraço do Joaquim Estevens
16.Agosto.2008
Tan ter Lan tan! Ole! Parabéns ao grupo de Beja
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
Crónica da Corrida de Beja
Corrida de Beja; Praça José Varela Corujo, 9 de Agosto.
Era com grande expectativa e não menos nervosismo que todos aguardávamos esta corrida, pelas razões que todos conhecemos. Se para os navegadores portugueses foi importante na altura, dobrar o Cabo da Boa Esperança, porque lhes abriria novos horizontes para o futuro, também para o Grupo de Forcados Amadores de Beja, a apresentação na praça José Varela Corujo se revestia de um significado importante. Após várias e diversas actuações, o Grupo faltava-lhe a apresentação na Praça maior da sua terra, mostrando-se aos seus amigos e aficionados, não o tendo já feito, pelas razões de todos conhecidas. È justo realçar que o cabo Manuel Almodôvar, teve arte e empenho, para manter unido o grupo, sabendo esperar e acreditando convictamente que a apresentação na Praça José Varela Corujo seria uma realidade. Em Agosto de 1975, pela mão de João Marujo Caixinha, apresentou-se o Grupo: Em Agosto de 1984, sendo cabo Luís Moura, o Grupo suspendeu a sua actividade: Ontem, vinte e quatro anos depois, o Grupo de Forcados Amadores de Beja, renasceu e mostrou à aficion que tem força e valores para dar continuidade ao sonho, podendo no futuro assumir outras e maiores responsabilidades.
Com casa a cerca de ¾ (talvez a antecipação da data seja responsável por esse facto) iniciou-se a corrida, cumprindo-se o cartel anunciado: Os cavaleiros, Rui Salvador,
Luís Rouxinol e João Salgueiro, lidaram um curro de toiros da Ganadaria Cunhal Patrício, o qual com boa apresentação, teve um comportamento bastante aceitável.
No geral, qualquer dos três cavaleiros, teve actuações de bom nível, executando as sortes adequadas às características de cada toiro. A Banda da Sociedade Filarmónica Capricho Bejense, ia sublinhando com os seus acordes o desenvolvimento das lides. O público não regateou aos cavaleiros, aqui e além, os merecidos aplausos.
O cabo Manuel Almodôvar, quis fazer jus à tradição: No segundo da noite e perante um toiro que se manifestou tardo na investida, após colocação noutros terrenos, pegou à primeira tentativa. A ajudar esteve bem o Jeremias Távora, tal como todo o Grupo.
Já aqui tínhamos dito que o forcado João Fialho era um forcado promissor: É sim senhor e nós lembramos-nos bem dos primeiros treinos onde apareceu. A ele coube a tarefa de pegar o quarto da noite e segundo do Grupo de Beja: Com uma primeira ajuda de muito bom nível dada a preceito pelo Rui Saturnino, consumou uma vistosa pega, a qual, respeitosamente dedicou ao cabo fundador, João Marujo Caixinha.
Nem sempre se consegue pegar à primeira e tal facto não pode retirar brilho e valentia ao forcado. O Ricardo Soares, não conseguiu consumar a sua prestação à primeira tentativa, tendo vindo a consegui-lo à quarta tentativa; mas é justo dizer-se, que esteve sempre bem à frente do toiro, mostrando garra e valor, com o grupo a corrigir – se, já que à cara, não havia problemas.
Uma palavra e saudação amiga para o “Grupo da Cuba”: Eduardo Mimoso esteve excelente e o Cabo José Horta, uma vez mais, mostrou a sua experiência. Sentimos-nos bem, quando acompanhamos com gente boa, séria e humilde, que sabe honrar com valor, lealdade e sem atropelos, a sua jaqueta. “Aquele” nosso abraço para eles!
Dobrado o Cabo da Boa Esperança, outros mares se depararam:Reapresentado ou representado o Grupo na Praça José Varela Corujo, outras praças e outros públicos nos esperam. È nossa convicção profunda que o Grupo, saberá com a sua humildade e dedicação, estar à altura das suas responsabilidades: E quando lá chegarmos ….. Sorte Moços …. Um abraço do Joaquim Estevens / 10.Agosto.2008
Tan ter Lan tan! Ole! Parabéns ao grupo de Beja
Era com grande expectativa e não menos nervosismo que todos aguardávamos esta corrida, pelas razões que todos conhecemos. Se para os navegadores portugueses foi importante na altura, dobrar o Cabo da Boa Esperança, porque lhes abriria novos horizontes para o futuro, também para o Grupo de Forcados Amadores de Beja, a apresentação na praça José Varela Corujo se revestia de um significado importante. Após várias e diversas actuações, o Grupo faltava-lhe a apresentação na Praça maior da sua terra, mostrando-se aos seus amigos e aficionados, não o tendo já feito, pelas razões de todos conhecidas. È justo realçar que o cabo Manuel Almodôvar, teve arte e empenho, para manter unido o grupo, sabendo esperar e acreditando convictamente que a apresentação na Praça José Varela Corujo seria uma realidade. Em Agosto de 1975, pela mão de João Marujo Caixinha, apresentou-se o Grupo: Em Agosto de 1984, sendo cabo Luís Moura, o Grupo suspendeu a sua actividade: Ontem, vinte e quatro anos depois, o Grupo de Forcados Amadores de Beja, renasceu e mostrou à aficion que tem força e valores para dar continuidade ao sonho, podendo no futuro assumir outras e maiores responsabilidades.
Com casa a cerca de ¾ (talvez a antecipação da data seja responsável por esse facto) iniciou-se a corrida, cumprindo-se o cartel anunciado: Os cavaleiros, Rui Salvador,
Luís Rouxinol e João Salgueiro, lidaram um curro de toiros da Ganadaria Cunhal Patrício, o qual com boa apresentação, teve um comportamento bastante aceitável.
No geral, qualquer dos três cavaleiros, teve actuações de bom nível, executando as sortes adequadas às características de cada toiro. A Banda da Sociedade Filarmónica Capricho Bejense, ia sublinhando com os seus acordes o desenvolvimento das lides. O público não regateou aos cavaleiros, aqui e além, os merecidos aplausos.
O cabo Manuel Almodôvar, quis fazer jus à tradição: No segundo da noite e perante um toiro que se manifestou tardo na investida, após colocação noutros terrenos, pegou à primeira tentativa. A ajudar esteve bem o Jeremias Távora, tal como todo o Grupo.
Já aqui tínhamos dito que o forcado João Fialho era um forcado promissor: É sim senhor e nós lembramos-nos bem dos primeiros treinos onde apareceu. A ele coube a tarefa de pegar o quarto da noite e segundo do Grupo de Beja: Com uma primeira ajuda de muito bom nível dada a preceito pelo Rui Saturnino, consumou uma vistosa pega, a qual, respeitosamente dedicou ao cabo fundador, João Marujo Caixinha.
Nem sempre se consegue pegar à primeira e tal facto não pode retirar brilho e valentia ao forcado. O Ricardo Soares, não conseguiu consumar a sua prestação à primeira tentativa, tendo vindo a consegui-lo à quarta tentativa; mas é justo dizer-se, que esteve sempre bem à frente do toiro, mostrando garra e valor, com o grupo a corrigir – se, já que à cara, não havia problemas.
Uma palavra e saudação amiga para o “Grupo da Cuba”: Eduardo Mimoso esteve excelente e o Cabo José Horta, uma vez mais, mostrou a sua experiência. Sentimos-nos bem, quando acompanhamos com gente boa, séria e humilde, que sabe honrar com valor, lealdade e sem atropelos, a sua jaqueta. “Aquele” nosso abraço para eles!
Dobrado o Cabo da Boa Esperança, outros mares se depararam:Reapresentado ou representado o Grupo na Praça José Varela Corujo, outras praças e outros públicos nos esperam. È nossa convicção profunda que o Grupo, saberá com a sua humildade e dedicação, estar à altura das suas responsabilidades: E quando lá chegarmos ….. Sorte Moços …. Um abraço do Joaquim Estevens / 10.Agosto.2008
Tan ter Lan tan! Ole! Parabéns ao grupo de Beja
domingo, 10 de agosto de 2008
sábado, 9 de agosto de 2008
Pesos dos Toiros para esta Noite







Quanto aos touros a lidar nesta corrida, pertencerão á ganadaria de Herdeiros de Cunhal Patricio, os quais já se encontram nos currais da praça e que lhe apresentamos os pesos de seguida:
- N.º 442 - 485Kg
- N.º423 - 470Kg
- N.º418 - 500Kg
- N.º416 - 480Kg
- N.º441 - 490Kg
- N.º409 - 530kg
- N.º446 - 460kg (Sobrero)
- N.º 442 - 485Kg
- N.º423 - 470Kg
- N.º418 - 500Kg
- N.º416 - 480Kg
- N.º441 - 490Kg
- N.º409 - 530kg
- N.º446 - 460kg (Sobrero)
Tan ter Lan tan! Ole! Parabéns ao grupo de Beja
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
Crónica sem Corrida
Crónica Sem Corrida !
Beja a 3 de Agosto, Domingo: Fim de semana sem aquelas emoções a que já vamos estando habituados. Tal é o nosso hábito e vontade, que não resistimos à tentação de “escrevinhar” algumas linhas: Linhas essas, bem ou mal amanhadas, que nos fazem o favor e têm a paciência de ir lendo (segundo nos têm dito). O nosso particular e sincero agradecimento: Estas “croniquetas” não têm outra intenção, senão, o de ir mantendo e realçando a valentia e garra de um punhado de rapazes, que quer dar continuidade a um sonho: Sonho esse, já vivido por alguns e que continua alimentado por uns tantos outros. Sonho bonito, nobre e sincero que permite o convívio e amizade entre diversas gerações. Para aqueles que já cá andaram, vai a nossa saudação amiga e o testemunho já presenciado, que estes moços que hoje envergam as jaquetas em nada desmerecerão a estima e admiração que os aficionados e a cidade sempre dispensaram ao Grupo de Forcados Amadores de Beja.
Em tempos idos, por esta altura, a cidade esperava ansiosamente a corrida do dia 10:
Era dia grande para os aficionados bejenses e não só, já que, normalmente se apresentavam cartéis de bom nível; toiros, toureiros e forcados, fizeram as delícias do público que quase sempre lotava a praça, não obstante as enormes canículas próprias da estação. De há algum tempo a esta parte, a organização da Corrida do “Dez de Agosto” e não só esta, têm realizado o espectáculo em nocturno: Não comentamos, já que são diversas as opiniões sobre o horário (e este ano sobre a data: 9 de Agosto).
A cidade e a aficion, voltam a estar ansiosas pela corrida, que este ano, terá lugar a 9 de Agosto: Nessa noite e para lidar um curro de toiros da Ganadaria Cunhal Patrício
(que nos anunciam “pesados”), estarão em praça os cavaleiros Luís Rouxinol, Rui Salvador e João Salgueiro. Pelos forcados, José Horta e Manuel Almodôvar, irão repartir entre os respectivos grupos (Cuba e Beja) a tarefa das pegas.
Esta corrida terá para o (renovado) Grupo de Forcados Amadores de Beja, um significado muito especial, porquanto é a primeira vez que o mesmo se apresenta na praça da sua terra e perante os seus amigos e aficionados. Reveste-se, em nossa opinião, de particular importância e simbolismo, a nossa apresentação na praça da nossa cidade, a Praça José Varela Corujo. Recorde-se: por motivos que foram inteiramente alheios ao Grupo, não foi possível o mesmo fazer a sua apresentação na data que desejava (Corrida Ovibeja 2008). Assim e qualquer que seja a prestação do Grupo, a corrida de 9 de Agosto, será um marco importante no historial dos Forcados Amadores de Beja.
O Grupo tem espírito, garra, confiança e valores, quer à cara quer em ajudas, pelo que, saberá com toda a certeza, estar à altura e debelar alguma situação mais complicada que se lhe depare: O cabo Manuel Almodôvar saberá estar atento, para que, com aquele sentido de responsabilidade a que já nos habituou, mandar ir ao toiro o forcado mais adequado ! Mais uma vez ….lá estaremos convosco, com os nossos santinhos e amuletos bem fechados na mão, implorando ao Senhor a sua protecção para todos nós !
Sorte ….. Moços !
Um abraço do Joaquim Estevens.
Beja a 3 de Agosto, Domingo: Fim de semana sem aquelas emoções a que já vamos estando habituados. Tal é o nosso hábito e vontade, que não resistimos à tentação de “escrevinhar” algumas linhas: Linhas essas, bem ou mal amanhadas, que nos fazem o favor e têm a paciência de ir lendo (segundo nos têm dito). O nosso particular e sincero agradecimento: Estas “croniquetas” não têm outra intenção, senão, o de ir mantendo e realçando a valentia e garra de um punhado de rapazes, que quer dar continuidade a um sonho: Sonho esse, já vivido por alguns e que continua alimentado por uns tantos outros. Sonho bonito, nobre e sincero que permite o convívio e amizade entre diversas gerações. Para aqueles que já cá andaram, vai a nossa saudação amiga e o testemunho já presenciado, que estes moços que hoje envergam as jaquetas em nada desmerecerão a estima e admiração que os aficionados e a cidade sempre dispensaram ao Grupo de Forcados Amadores de Beja.
Em tempos idos, por esta altura, a cidade esperava ansiosamente a corrida do dia 10:
Era dia grande para os aficionados bejenses e não só, já que, normalmente se apresentavam cartéis de bom nível; toiros, toureiros e forcados, fizeram as delícias do público que quase sempre lotava a praça, não obstante as enormes canículas próprias da estação. De há algum tempo a esta parte, a organização da Corrida do “Dez de Agosto” e não só esta, têm realizado o espectáculo em nocturno: Não comentamos, já que são diversas as opiniões sobre o horário (e este ano sobre a data: 9 de Agosto).
A cidade e a aficion, voltam a estar ansiosas pela corrida, que este ano, terá lugar a 9 de Agosto: Nessa noite e para lidar um curro de toiros da Ganadaria Cunhal Patrício
(que nos anunciam “pesados”), estarão em praça os cavaleiros Luís Rouxinol, Rui Salvador e João Salgueiro. Pelos forcados, José Horta e Manuel Almodôvar, irão repartir entre os respectivos grupos (Cuba e Beja) a tarefa das pegas.
Esta corrida terá para o (renovado) Grupo de Forcados Amadores de Beja, um significado muito especial, porquanto é a primeira vez que o mesmo se apresenta na praça da sua terra e perante os seus amigos e aficionados. Reveste-se, em nossa opinião, de particular importância e simbolismo, a nossa apresentação na praça da nossa cidade, a Praça José Varela Corujo. Recorde-se: por motivos que foram inteiramente alheios ao Grupo, não foi possível o mesmo fazer a sua apresentação na data que desejava (Corrida Ovibeja 2008). Assim e qualquer que seja a prestação do Grupo, a corrida de 9 de Agosto, será um marco importante no historial dos Forcados Amadores de Beja.
O Grupo tem espírito, garra, confiança e valores, quer à cara quer em ajudas, pelo que, saberá com toda a certeza, estar à altura e debelar alguma situação mais complicada que se lhe depare: O cabo Manuel Almodôvar saberá estar atento, para que, com aquele sentido de responsabilidade a que já nos habituou, mandar ir ao toiro o forcado mais adequado ! Mais uma vez ….lá estaremos convosco, com os nossos santinhos e amuletos bem fechados na mão, implorando ao Senhor a sua protecção para todos nós !
Sorte ….. Moços !
Um abraço do Joaquim Estevens.
domingo, 3 de agosto de 2008
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
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