terça-feira, 19 de outubro de 2010
Festival de Beja - por Joaquim Estevens
3º Festival Taurino a favor da CERCI e do CENTO DE PARILISIA CEREBRAL de BEJA
Fazendo este pequeno apontamento sobre o evento em referência, não podemos deixar de referir que a solidariedade foi a tónica dominante num espectáculo dirigido pelo antigo bandarilheiro, senhor César Marinho, o qual decorreu de forma simpática e alegre, perante um público solidário que bem lotava seguramente mais de três quartos da centenária Varela Corujo.
Após o som do cornetim do majestoso José Henrique (Cornetim do Campo Pequeno), teve início o festival supra, devidamente abrilhantado pela Banda da Sociedade Filarmónica Capricho Bejense: Em praça os cavaleiros de alternativa Luís Rouxinol, Tito Semedo, Sónia Matias, António Brito Paes, os praticantes Miguel Tavares e Maria Mira e o novilheiro Sérgio Palita, acompanhados das respectivas quadrilhas. Pela forcadagem, os grupos de Cascais e Beja, repartiram o cartel. O curro lidado foi gentilmente cedido pelas ganadarias Veiga Teixeira, Brito Paes, Varela Crujo, Santa Maria, Ascensão Vaz, Santiago e Sobral, as quais, tal como todos os intervenientes, de forma generosa e filantrópica se associaram a esta nobre manifestação em prol daqueles cuja sorte lhes foi madrasta: Bem-haja todos. É gratificante verificar que a solidariedade não é palavra vã e que a gente da festa, a gente dos toiros, sempre esteve e estará ao lado das causas nobres, como já bastas vezes tem demonstrado.
Todos os cavaleiros, trajando com indumentária apropriada a festival, estiveram à altura dos seus pergaminhos, desenvolvendo vistosas e agradáveis lides as quais foram amiudadamente sublinhadas com os acordes da música, receberam do público os merecidos aplausos. Como é nosso hábito, foquemo-nos então na prestação do Grupo de Forcados Amadores de Beja.
Com a moral em alta e ostentando admirável brio, pode dizer-se que o GFAB teve uma tarde feliz, com três prestações de muito bom nível, sendo que as duas primeiras são boas promessas e a terceira uma confirmação: O grupo esteve confiado e determinado em qualquer das intervenções, evidenciando rigor e conhecimento.
Ao segundo da tarde, foi Francisco Santos, que executou com valentia uma pega à primeira tentativa num toiro de Santiago. A primeira ajuda de forma correcta e eficiente foi de Rui Saturnino que emocionadamente se despediu destas andanças, dando volta a arena com o forcado da cara e o cavaleiro Tito Semedo.
Por se haver inutilizado o quinto da ordem, da ganadaria Brito Paes e como manda o regulamento, couberam ao Grupo de Beja, os sexto e sétimo da tarde, já que o quarto tocaria em sorte ao novilheiro Sérgio Parrita. Se Francisco Santos esteve bem, também o jovem Francisco Sampaio foi à cara do toiro da ganadaria Varela Crujo, com muita raça e valor, arrancando também ele à primeira tentativa uma pega de boa nota. Álvaro Sampaio, esteve seguro a dar a primeira ajuda, enquanto Rodrigo Chaves e Ricardo Castilho nas segundas, cumpriam acertadamente o seu papel, tal como todo grupo que esteve na perfeição.
A jovem cavaleira praticante Maria Mira, toureou e encantou, levando da Varela Crujo nota positiva, pois mostrou que quer ter lugar no plano taurino nacional, o que certamente, estamos em crer, não demorará muito, tal a sua boa exibição: toureou de forma correcta, deixando a ferragem com sortes vistosas e bem rematadas às quais o público se rendeu aplaudindo devidamente. Encerrou a corrida o GFAB, com a actuação do forcado Ricardo Castilho, que não desprestigiou o seu grupo e os seus antecessores, realizando igualmente à primeira tentativa uma vistosa pega a um toiro de quatro anos da ganadaria Santa Maria. Uma vez mais, Álvaro Sampaio deu a primeira ajuda, também ela de muito bom nível como é seu hábito. Todo o grupo esteve bem, correspondeu e deu boa conta do seu ofício. O cabo Manuel Almodôvar, rabejou de forma eficaz e com precisão.
Dissemos em 2009 e sobre esta realização que a Corrida ou Festival era uma aposta ganha: Podemos reafirmá-lo, já que a aficion de Beja e não só, inscreveu no calendário taurino este evento como uma realidade empenhada e prestigiada, que se quer tenha continuação, tais os nobres fins com que se realiza.
Pensamos que o Grupo de Forcados Amadores de Beja, merece os parabéns e a admiração de todos os aficionados, não só pela sua boa prestação mas também pela forma altruísta como sempre se tem associado a realizações desta natureza.
Na fase final da temporada, despedimo-nos calorosamente e em defesa da Festa Brava, até Santarém: Para lá e até lá …… Sorte moços!
Um abraço do Joaquim Estevens 2010.X.18
Fazendo este pequeno apontamento sobre o evento em referência, não podemos deixar de referir que a solidariedade foi a tónica dominante num espectáculo dirigido pelo antigo bandarilheiro, senhor César Marinho, o qual decorreu de forma simpática e alegre, perante um público solidário que bem lotava seguramente mais de três quartos da centenária Varela Corujo.
Após o som do cornetim do majestoso José Henrique (Cornetim do Campo Pequeno), teve início o festival supra, devidamente abrilhantado pela Banda da Sociedade Filarmónica Capricho Bejense: Em praça os cavaleiros de alternativa Luís Rouxinol, Tito Semedo, Sónia Matias, António Brito Paes, os praticantes Miguel Tavares e Maria Mira e o novilheiro Sérgio Palita, acompanhados das respectivas quadrilhas. Pela forcadagem, os grupos de Cascais e Beja, repartiram o cartel. O curro lidado foi gentilmente cedido pelas ganadarias Veiga Teixeira, Brito Paes, Varela Crujo, Santa Maria, Ascensão Vaz, Santiago e Sobral, as quais, tal como todos os intervenientes, de forma generosa e filantrópica se associaram a esta nobre manifestação em prol daqueles cuja sorte lhes foi madrasta: Bem-haja todos. É gratificante verificar que a solidariedade não é palavra vã e que a gente da festa, a gente dos toiros, sempre esteve e estará ao lado das causas nobres, como já bastas vezes tem demonstrado.
Todos os cavaleiros, trajando com indumentária apropriada a festival, estiveram à altura dos seus pergaminhos, desenvolvendo vistosas e agradáveis lides as quais foram amiudadamente sublinhadas com os acordes da música, receberam do público os merecidos aplausos. Como é nosso hábito, foquemo-nos então na prestação do Grupo de Forcados Amadores de Beja.
Com a moral em alta e ostentando admirável brio, pode dizer-se que o GFAB teve uma tarde feliz, com três prestações de muito bom nível, sendo que as duas primeiras são boas promessas e a terceira uma confirmação: O grupo esteve confiado e determinado em qualquer das intervenções, evidenciando rigor e conhecimento.
Ao segundo da tarde, foi Francisco Santos, que executou com valentia uma pega à primeira tentativa num toiro de Santiago. A primeira ajuda de forma correcta e eficiente foi de Rui Saturnino que emocionadamente se despediu destas andanças, dando volta a arena com o forcado da cara e o cavaleiro Tito Semedo.
Por se haver inutilizado o quinto da ordem, da ganadaria Brito Paes e como manda o regulamento, couberam ao Grupo de Beja, os sexto e sétimo da tarde, já que o quarto tocaria em sorte ao novilheiro Sérgio Parrita. Se Francisco Santos esteve bem, também o jovem Francisco Sampaio foi à cara do toiro da ganadaria Varela Crujo, com muita raça e valor, arrancando também ele à primeira tentativa uma pega de boa nota. Álvaro Sampaio, esteve seguro a dar a primeira ajuda, enquanto Rodrigo Chaves e Ricardo Castilho nas segundas, cumpriam acertadamente o seu papel, tal como todo grupo que esteve na perfeição.
A jovem cavaleira praticante Maria Mira, toureou e encantou, levando da Varela Crujo nota positiva, pois mostrou que quer ter lugar no plano taurino nacional, o que certamente, estamos em crer, não demorará muito, tal a sua boa exibição: toureou de forma correcta, deixando a ferragem com sortes vistosas e bem rematadas às quais o público se rendeu aplaudindo devidamente. Encerrou a corrida o GFAB, com a actuação do forcado Ricardo Castilho, que não desprestigiou o seu grupo e os seus antecessores, realizando igualmente à primeira tentativa uma vistosa pega a um toiro de quatro anos da ganadaria Santa Maria. Uma vez mais, Álvaro Sampaio deu a primeira ajuda, também ela de muito bom nível como é seu hábito. Todo o grupo esteve bem, correspondeu e deu boa conta do seu ofício. O cabo Manuel Almodôvar, rabejou de forma eficaz e com precisão.
Dissemos em 2009 e sobre esta realização que a Corrida ou Festival era uma aposta ganha: Podemos reafirmá-lo, já que a aficion de Beja e não só, inscreveu no calendário taurino este evento como uma realidade empenhada e prestigiada, que se quer tenha continuação, tais os nobres fins com que se realiza.
Pensamos que o Grupo de Forcados Amadores de Beja, merece os parabéns e a admiração de todos os aficionados, não só pela sua boa prestação mas também pela forma altruísta como sempre se tem associado a realizações desta natureza.
Na fase final da temporada, despedimo-nos calorosamente e em defesa da Festa Brava, até Santarém: Para lá e até lá …… Sorte moços!
Um abraço do Joaquim Estevens 2010.X.18
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Fardação
A fardação para a corrida de Sábado vai ser na casa da madrinha, ás 13 :30 h.
Atenção aos atrasos.
Atenção aos atrasos.
terça-feira, 5 de outubro de 2010
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Corrida de Viana do Alentejo - por Joaquim Estevens
Viana do Alentejo – Corrida de Toiros da Associação Equestre de Viana do Alentejo.
Numa altura em que pretendem multiplicar-se os ataques à festa brava e ao meio taurino, é grato constatar que continuam a existir pessoas e organizações devotadas a manter e a expandir esse tão grande e nobre emblema da cultura portuguesa: A festa de toiros! Bem-haja todos aqueles que nela se envolvem, quer promovendo, quer participando activamente ou tão-somente assistindo e apoiando os seus artistas de eleição.
Parabéns à Associação Equestre de Viana do Alentejo que montou um espectáculo com aceitável nível, ao qual o publico acorreu em bom número, numa tarde outonal a pedir meças à canícula de Agosto. Para lidar toiros de Nunez D’EL Cuvillo / Bemjumeia, (rezes que pastam em terras do nosso vizinho concelho de Cuba) estiveram em praça os cavaleiros Luís Rouxinol, Ana Batista e Lívio da Silva, os quais disputaram entre si o troféu para a melhor lide. Os grupos de forcados amadores de Évora e Beja, repartiram e completaram o cartaz, concorrendo entre si ao prémio para a melhor pega. Dirigiu a corrida, sem quaisquer problemas, o antigo matador, senhor António dos Santos, assessorado pelo médico veterinário Dr. José Manuel Lourenço.
Diga-se que os Nunez D’EL Cuvillo, no geral com boa apresentação, embora não vistosos de cara, mas bem rematados de peso e com bravura aceitável, estiveram à altura do espectáculo, tendo proporcionado aos cavaleiros a execução de lides que agradaram ao público que não lhes regateou aplausos. Luís Rouxinol, sem favor (em nossa opinião) arrebatou o prémio para a melhor lide. Os cavaleiros Ana Batista e Lívio da Silva não desmereceram a simpatia do público.
O grupo de forcados amadores de Beja, mostrou-se neste evento com muito crer e motivação, tendo pisado a arena três boas formações, conhecedoras dos seus lugares e funções: Assinaláveis as parelhas dos irmãos Lança e Brito Paes, que deram boa conta de si, tanto a dar as segundas como as terceiras ajudas. José Maria Brito Paes e Manuel Almodôvar rabejaram “à maneira” e de forma eficiente, consolidando com técnica os desempenhos do grupo.
João Fialho, aquele forcado humilde e simpático que todos já conhecemos e quem tido lindas e brilhantes actuações, consumou à primeira tentativa, ajudado por Álvaro Sampaio, uma vistosa pega, citando e mandando, reuniu com técnica e precisão. Ao quarto da tarde foi Ricardo Castilho, que não deixou os seus créditos por mãos alheias: Com Rodrigo Chaves a dar a primeira ajuda, citou com alegria, recebendo bem , fechou-se com muito mérito tendo todo o grupo correspondido com saber. Por este desempenho o júri, atribuiu a esta pega o prémio em disputa. Já com duas pegas realizadas à primeira tentativa, aprestou-se o forcado Nuno Miguel Sampaio para fechar a actuação do Grupo de Forcados Amadores de Beja, na corrida da Senhora d’Aires. Não foi feliz à primeira tentativa, talvez por não ter esperado convenientemente o toiro, recuando mal e quase tentado pegar de estaca. Na segunda tentativa e em nosso modesto entender por o opositor, não estar colocado no terreno ideal, a pega não se consumou já que o toiro fugiu ao grupo , viajando com o forcado na cabeça sem que as ajudas chegassem a tempo. Em respeito aos cânones, o cabo Manuel Almodôvar, não considerou a terceira tentativa, ordenando que o forcado repetisse a pega, o que este fez, de forma correcta, com muito brio, coragem e valentia, com todo o grupo uma vez mais a ajudar com rigor e critério.
Não podemos passar sem deixar aqui dois pequenos registos, os quais julgamos de primordial importância para a festa: Um à atenção dos senhores directores de corrida, outro da responsabilidade dos organizadores dos espectáculos, para que se evitem situações como as que infelizmente se verificaram nesta desmontável, tal como em muitas outras por onde temos passado: Os excessivos e inoportunos movimentos de pessoas quer na trincheira quer na bancada e bem assim os pisos das arenas, os quais por vezes carecem de melhor atenção e cuidado.
Julgamos que o Grupo de Beja saiu da Senhora d’Aires, confortado e com confiança redobrada, pelo que, como esperam e desejam convictamente os seus amigos e acompanhantes , esta fase final irá com toda a certeza contribuir para o fecho glorioso de uma temporada memorável, a qual certamente, a crítica especializada não esquecerá.
Para a próxima corrida e até lá …….. Sorte moços !
Um abraço do Joaquim Estevens 2010.Set.27
Numa altura em que pretendem multiplicar-se os ataques à festa brava e ao meio taurino, é grato constatar que continuam a existir pessoas e organizações devotadas a manter e a expandir esse tão grande e nobre emblema da cultura portuguesa: A festa de toiros! Bem-haja todos aqueles que nela se envolvem, quer promovendo, quer participando activamente ou tão-somente assistindo e apoiando os seus artistas de eleição.
Parabéns à Associação Equestre de Viana do Alentejo que montou um espectáculo com aceitável nível, ao qual o publico acorreu em bom número, numa tarde outonal a pedir meças à canícula de Agosto. Para lidar toiros de Nunez D’EL Cuvillo / Bemjumeia, (rezes que pastam em terras do nosso vizinho concelho de Cuba) estiveram em praça os cavaleiros Luís Rouxinol, Ana Batista e Lívio da Silva, os quais disputaram entre si o troféu para a melhor lide. Os grupos de forcados amadores de Évora e Beja, repartiram e completaram o cartaz, concorrendo entre si ao prémio para a melhor pega. Dirigiu a corrida, sem quaisquer problemas, o antigo matador, senhor António dos Santos, assessorado pelo médico veterinário Dr. José Manuel Lourenço.
Diga-se que os Nunez D’EL Cuvillo, no geral com boa apresentação, embora não vistosos de cara, mas bem rematados de peso e com bravura aceitável, estiveram à altura do espectáculo, tendo proporcionado aos cavaleiros a execução de lides que agradaram ao público que não lhes regateou aplausos. Luís Rouxinol, sem favor (em nossa opinião) arrebatou o prémio para a melhor lide. Os cavaleiros Ana Batista e Lívio da Silva não desmereceram a simpatia do público.
O grupo de forcados amadores de Beja, mostrou-se neste evento com muito crer e motivação, tendo pisado a arena três boas formações, conhecedoras dos seus lugares e funções: Assinaláveis as parelhas dos irmãos Lança e Brito Paes, que deram boa conta de si, tanto a dar as segundas como as terceiras ajudas. José Maria Brito Paes e Manuel Almodôvar rabejaram “à maneira” e de forma eficiente, consolidando com técnica os desempenhos do grupo.
João Fialho, aquele forcado humilde e simpático que todos já conhecemos e quem tido lindas e brilhantes actuações, consumou à primeira tentativa, ajudado por Álvaro Sampaio, uma vistosa pega, citando e mandando, reuniu com técnica e precisão. Ao quarto da tarde foi Ricardo Castilho, que não deixou os seus créditos por mãos alheias: Com Rodrigo Chaves a dar a primeira ajuda, citou com alegria, recebendo bem , fechou-se com muito mérito tendo todo o grupo correspondido com saber. Por este desempenho o júri, atribuiu a esta pega o prémio em disputa. Já com duas pegas realizadas à primeira tentativa, aprestou-se o forcado Nuno Miguel Sampaio para fechar a actuação do Grupo de Forcados Amadores de Beja, na corrida da Senhora d’Aires. Não foi feliz à primeira tentativa, talvez por não ter esperado convenientemente o toiro, recuando mal e quase tentado pegar de estaca. Na segunda tentativa e em nosso modesto entender por o opositor, não estar colocado no terreno ideal, a pega não se consumou já que o toiro fugiu ao grupo , viajando com o forcado na cabeça sem que as ajudas chegassem a tempo. Em respeito aos cânones, o cabo Manuel Almodôvar, não considerou a terceira tentativa, ordenando que o forcado repetisse a pega, o que este fez, de forma correcta, com muito brio, coragem e valentia, com todo o grupo uma vez mais a ajudar com rigor e critério.
Não podemos passar sem deixar aqui dois pequenos registos, os quais julgamos de primordial importância para a festa: Um à atenção dos senhores directores de corrida, outro da responsabilidade dos organizadores dos espectáculos, para que se evitem situações como as que infelizmente se verificaram nesta desmontável, tal como em muitas outras por onde temos passado: Os excessivos e inoportunos movimentos de pessoas quer na trincheira quer na bancada e bem assim os pisos das arenas, os quais por vezes carecem de melhor atenção e cuidado.
Julgamos que o Grupo de Beja saiu da Senhora d’Aires, confortado e com confiança redobrada, pelo que, como esperam e desejam convictamente os seus amigos e acompanhantes , esta fase final irá com toda a certeza contribuir para o fecho glorioso de uma temporada memorável, a qual certamente, a crítica especializada não esquecerá.
Para a próxima corrida e até lá …….. Sorte moços !
Um abraço do Joaquim Estevens 2010.Set.27
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Fardação para a corrida de Viana do Alentejo

A fardação para a corrida de Viana vai ser na Herdade da Samarra ás 13 h.
A herdade da Samarra localiza-se na saída de Viana para Évora.
Se tiverem alguma duvida sobre a localização consultem: http://www.herdadedasamarra.com/.
A herdade da Samarra localiza-se na saída de Viana para Évora.
Se tiverem alguma duvida sobre a localização consultem: http://www.herdadedasamarra.com/.
Atenção aos atrasos.
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