domingo, 29 de agosto de 2010
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Fardação
Sexta-feira dia 27 a fardação para a corrida de Lagoa vai ser na casa do Tiago Graça, na praia da Rocha ás 19 horas.
Atenção aos atrasos
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
domingo, 22 de agosto de 2010
Corrida de Santana da Serra - por Joaquim Estevens
Festas de Santana da Serra – Corrida de Toiros – 20.Agosto.2010
Santana da Serra é freguesia do concelho de Ourique que delimita a nossa provincia daquele que foi em tempo, o reino dos Algarves. Localidade berço, entre outras, de famílias queridas e veneradas, não só da região, como tambem de projecção nacional; Permitam-nos que lembremos aqui, o malogrado politico Dr. Amaro da Costa e o saudoso Dr. António Semedo, distinto médico, autarca e alentejano do mais fino trato, pai do cavaleiro tauromáquico Tito Semedo. Feliz da terra que recorda e guarda bem viva a memória dos seus saudosos filhos!
Felizmente há praças desmontáveis; assim, a festa de toiros como importante manifestação da cultura e tradição portuguesa, vai chegando e fazendo parte de cada vez maior número de festejos populares; assim o foi em Santana da Serra, na Sexta Feira passada, às vinte e duas horas, onde acorreu um publico cioso de ver toiros e amante da festa brava.
Compunham o cartel os cavaleiros de alternativa Luís Rouxinol, Tito Semedo e Filipe Gonçalves, para enfrentar um curro de toiros António Charrua; as pegas a cargo de dois grupos: Cascais e Beja. Comprendendo as dificuldades com que por vezes se debatem as organizações responsáveis por estes eventos, não podemos deixar de registar a dificiente iluminação da arena, e bem assim a inexistência de um serviço sonoro; cremos que estes dois requesitos são de capital importância, o primeiro para os artistas e o segundo para os aficionados, que gostam de saber, para além do nome dos toureiros, idades e pesos dos animais em lide.
Os Charrua não criaram problemas, pelo que os cavaleiros se empregaram nas suas lides habituais: Luis Rouxinol, com o seu característico estilo, levou a alegria às bancadas: Tito Semedo, na sua terra natal, não defraudou as espectativas dos seus conterrâneos, toureando ao som da musica e recebendo calorosos aplausos e Filipe Gonçalves apresentou o seu costumado estilo de alegria e juventude. Todos os cavaleiros deram no final das respectivas lides, volta à arena, recebendo palmas do publico e ouvindo a música da circunstância.
Após uma noite dura no Campo Pequeno, à qual já nos referimos em apontamento anterior, apresentou-se o Grupo de Forcados Amadores de Beja, nesta praça, cheio de vontade e confiança, dando mostras de não se ter deixado vencer pelo desânimo e disposto a defender os seus pregaminhos com arte e vigôr.
Ao experiente João Fialho, coube a tarefa de pegar o segundo da noite, função que cumpriu com saber e talento: Nesta pega, mensão especial para os forcados Luis Picanço na primeira ajuda e bem assim para Márcio Lança que se destacou com uma boa segunda ajuda, a entrar no momento oportuno. Miguel Nuno Sampaio, rabejou como habitualmente, com técnica e segurança.
Guilherme Santos que recentemente em Monte Gordo havia tido uma boa prestação, não conseguiu desta feita, igual desempenho, muito embora tenha estado à frente do toiro com muito à vontade, não conseguiu, por manifesta inoperância das ajudas concretizar qualquer das suas primeiras tentativas, vindo a fazê-lo à quarta tentativa, com todo o grupo a actuar em posição de recurso, isto é, ajudas a carregar logo após a reunião do toiro com o forcado da cara.
Ao último da noite foi Francisco Santos, irmão de Guilherme e igualmente principiante na arte de pegar toiros; podemos dizer que se estreou da melhor forma, concretizando à primeira tentativa, realizou um pega vistosa, na qual se destacou o João Graça a dar uma primeira de bom nivel, com as segundas de Luis Picanço e Mauro Lança a entrar no momento devido. Uma vez mais, Miguel Nuno, cumpriu com eficiência a imobilização do toiro, rabejando brilhantemente.
Terminada a corrida, o ambiente era de alegria e satisfação, ao qual, obviamente nos associámos: Parabéns ao Grupo de Beja, que certamente irá com toda a nobreza e dedicação defender uma vez mais, a sua jaqueta, na XVI Grande Corrida de Toiros Fatacil em Lagoa no próximo dia 27 de Agosto, na qual se lidarão toiros de Herdeiros de Varela Crujo.
Como sempre: Para Lagoa e até lá ..... Sorte Moços !
Um abraço do Joaquim Estevens 22.08.2010
Santana da Serra é freguesia do concelho de Ourique que delimita a nossa provincia daquele que foi em tempo, o reino dos Algarves. Localidade berço, entre outras, de famílias queridas e veneradas, não só da região, como tambem de projecção nacional; Permitam-nos que lembremos aqui, o malogrado politico Dr. Amaro da Costa e o saudoso Dr. António Semedo, distinto médico, autarca e alentejano do mais fino trato, pai do cavaleiro tauromáquico Tito Semedo. Feliz da terra que recorda e guarda bem viva a memória dos seus saudosos filhos!
Felizmente há praças desmontáveis; assim, a festa de toiros como importante manifestação da cultura e tradição portuguesa, vai chegando e fazendo parte de cada vez maior número de festejos populares; assim o foi em Santana da Serra, na Sexta Feira passada, às vinte e duas horas, onde acorreu um publico cioso de ver toiros e amante da festa brava.
Compunham o cartel os cavaleiros de alternativa Luís Rouxinol, Tito Semedo e Filipe Gonçalves, para enfrentar um curro de toiros António Charrua; as pegas a cargo de dois grupos: Cascais e Beja. Comprendendo as dificuldades com que por vezes se debatem as organizações responsáveis por estes eventos, não podemos deixar de registar a dificiente iluminação da arena, e bem assim a inexistência de um serviço sonoro; cremos que estes dois requesitos são de capital importância, o primeiro para os artistas e o segundo para os aficionados, que gostam de saber, para além do nome dos toureiros, idades e pesos dos animais em lide.
Os Charrua não criaram problemas, pelo que os cavaleiros se empregaram nas suas lides habituais: Luis Rouxinol, com o seu característico estilo, levou a alegria às bancadas: Tito Semedo, na sua terra natal, não defraudou as espectativas dos seus conterrâneos, toureando ao som da musica e recebendo calorosos aplausos e Filipe Gonçalves apresentou o seu costumado estilo de alegria e juventude. Todos os cavaleiros deram no final das respectivas lides, volta à arena, recebendo palmas do publico e ouvindo a música da circunstância.
Após uma noite dura no Campo Pequeno, à qual já nos referimos em apontamento anterior, apresentou-se o Grupo de Forcados Amadores de Beja, nesta praça, cheio de vontade e confiança, dando mostras de não se ter deixado vencer pelo desânimo e disposto a defender os seus pregaminhos com arte e vigôr.
Ao experiente João Fialho, coube a tarefa de pegar o segundo da noite, função que cumpriu com saber e talento: Nesta pega, mensão especial para os forcados Luis Picanço na primeira ajuda e bem assim para Márcio Lança que se destacou com uma boa segunda ajuda, a entrar no momento oportuno. Miguel Nuno Sampaio, rabejou como habitualmente, com técnica e segurança.
Guilherme Santos que recentemente em Monte Gordo havia tido uma boa prestação, não conseguiu desta feita, igual desempenho, muito embora tenha estado à frente do toiro com muito à vontade, não conseguiu, por manifesta inoperância das ajudas concretizar qualquer das suas primeiras tentativas, vindo a fazê-lo à quarta tentativa, com todo o grupo a actuar em posição de recurso, isto é, ajudas a carregar logo após a reunião do toiro com o forcado da cara.
Ao último da noite foi Francisco Santos, irmão de Guilherme e igualmente principiante na arte de pegar toiros; podemos dizer que se estreou da melhor forma, concretizando à primeira tentativa, realizou um pega vistosa, na qual se destacou o João Graça a dar uma primeira de bom nivel, com as segundas de Luis Picanço e Mauro Lança a entrar no momento devido. Uma vez mais, Miguel Nuno, cumpriu com eficiência a imobilização do toiro, rabejando brilhantemente.
Terminada a corrida, o ambiente era de alegria e satisfação, ao qual, obviamente nos associámos: Parabéns ao Grupo de Beja, que certamente irá com toda a nobreza e dedicação defender uma vez mais, a sua jaqueta, na XVI Grande Corrida de Toiros Fatacil em Lagoa no próximo dia 27 de Agosto, na qual se lidarão toiros de Herdeiros de Varela Crujo.
Como sempre: Para Lagoa e até lá ..... Sorte Moços !
Um abraço do Joaquim Estevens 22.08.2010
Corrida do Campo Pequeno - por Joaquim Estevens
Estreia do GFAB no Campo Pequeno
Sendo a Monumental do Campo Pequeno, catedral e praça maior do toureio nacional, sonho e aspiração de todos os toureiros, prémio e distinção para ganadeiros, é romagem quase mítica para qualquer aficionado, tal o simbolismo que encerra. Assim sendo, muitos foram os aficionados e amigos do Grupo de Forcados Amadores de Beja, que ontem 19 de Agosto, não quiseram perder a oportunidade de assistir aquela que foi a primeira corrida do grupo, na principal arena do nosso país.
Lidou-se um curro de toiros, com quatro anos, bem rematados de peso e apresentação, da conceituada ganadaria de Manuel Assunção Coimbra, que recorde-se, venceu em 2009 o Galardão Campo Pequeno “Melhor Toiro” e apresentaram-se em praça os cavaleiros Sónia Matias, António Brito Paes, Paulo Jorge Santos, Ribeiro Telles Bastos, Duarte Pinto e o venezuelano José Luís Rodriguez que tomou a alternativa. Em concurso de pegas, alternaram os Grupos de Forcados de Mazatlan (México), de Alter do Chão e de Beja.
Com público a acorrer em bom número, lotando seguramente, três quartos da casa, após as cortesias iniciou-se o espectáculo com o ritual de cumprimentos ao examinando. Nota alta para as actuações de Sónia Matias, António Brito Paes e para o descendente da dinastia Telles, os quais, bregando e toureando cada qual ao seu jeito e maneira, facilmente chegaram e transmitiram emoção às bancadas.
Como é nosso hábito, não nos detemos com muito detalhe em análises ou comentários às actuações dos cavaleiros ou às prestações dos outros grupos de forcados, deixando essa função a melhores conhecedores dessas artes: Cingimo-nos, isso sim e com todo o gosto, a relatar desinteressada e despretensiosamente e segundo a nossa visão, o desempenho do Grupo de Forcados Amadores de Beja, que gostosamente, acompanhamos desde o seu inicio.
Estamos em crer que a responsabilidade, algum nervosismo e bem assim uma grande vontade de fazer boa figura, condicionaram aquilo que podia ter sido uma corrida auspiciosa para o Grupo de Beja, não fossem algumas deficiências e desatenções verificadas, mas que certamente serão corrigidas no futuro, partindo do sacro santo princípio de que errando também se aprende.
O terceiro Coimbra, com 520 Kgs. pareceu ser o toiro mais fácil da corrida, no entanto, à cara, o forcado Ricardo Soares não se entendeu com o seu oponente, que estando aceitável à primeira tentativa, é de esquecer a segunda, tendo concretizado à terceira com recurso a ajudas bastante carregadas. Ao sexto e último da noite, foi o valoroso forcado José Miguel Falcão a quem carinhosamente chamamos Fázinha; Pelas duas vezes foi e esteve com notável talento à frente do toiro, e não tivesse sido por manifesta ineficácia das ajudas, teria arrebatado (em nosso modesto entender) o prémio para a melhor pega, tal a sua garra e aprumo na cabeça do toiro que derrotava alto, despejando-o violentamente á segunda tentativa. Manifestou o grupo neste particular, alguma desconcentração, cabendo ao forcado Hugo Santana a função de dobrar o seu colega que havia rumado à enfermaria. Tarefa cumprida e concretizada de imediato e com valentia, com todo o grupo a procurar redimir-se do fraco desempenho anterior. A rabejar, sempre, José Maria Brito Paes cumpriu com exuberância e estilo.
A estreia na Monumental do Campo Pequeno, não foi coroada daquele êxito e glória que todos desejaríamos, mas seguramente, também não foi um desastre ou prestação que faça o grupo corar de vergonha, entre os seus pares, antes pelo contrário; Os problemas que surgiram, foram resolvidos com humildade, dedicação e valentia e como se canta no memorável e inesquecível fado dos Saltimbancos, os toiros não saíram por pegar!
Sendo que outras corridas se avizinham, temos a absoluta certeza de que irá imperar a habitual entre ajuda entre todos os elementos do Grupo, de forma a levar de vencida com toda a dignidade os próximos embates. Não podendo terminar este apontamento, com o tradicional “Parabéns ao Grupo de Beja”, dizemos com toda a nossa confiança e convicção FORÇA GRUPO de BEJA!
Para Santana da Serra e para todas as que se seguirem……. Sorte Moços!
Um abraço do Joaquim Estevens 20.08.2010
Sendo a Monumental do Campo Pequeno, catedral e praça maior do toureio nacional, sonho e aspiração de todos os toureiros, prémio e distinção para ganadeiros, é romagem quase mítica para qualquer aficionado, tal o simbolismo que encerra. Assim sendo, muitos foram os aficionados e amigos do Grupo de Forcados Amadores de Beja, que ontem 19 de Agosto, não quiseram perder a oportunidade de assistir aquela que foi a primeira corrida do grupo, na principal arena do nosso país.
Lidou-se um curro de toiros, com quatro anos, bem rematados de peso e apresentação, da conceituada ganadaria de Manuel Assunção Coimbra, que recorde-se, venceu em 2009 o Galardão Campo Pequeno “Melhor Toiro” e apresentaram-se em praça os cavaleiros Sónia Matias, António Brito Paes, Paulo Jorge Santos, Ribeiro Telles Bastos, Duarte Pinto e o venezuelano José Luís Rodriguez que tomou a alternativa. Em concurso de pegas, alternaram os Grupos de Forcados de Mazatlan (México), de Alter do Chão e de Beja.
Com público a acorrer em bom número, lotando seguramente, três quartos da casa, após as cortesias iniciou-se o espectáculo com o ritual de cumprimentos ao examinando. Nota alta para as actuações de Sónia Matias, António Brito Paes e para o descendente da dinastia Telles, os quais, bregando e toureando cada qual ao seu jeito e maneira, facilmente chegaram e transmitiram emoção às bancadas.
Como é nosso hábito, não nos detemos com muito detalhe em análises ou comentários às actuações dos cavaleiros ou às prestações dos outros grupos de forcados, deixando essa função a melhores conhecedores dessas artes: Cingimo-nos, isso sim e com todo o gosto, a relatar desinteressada e despretensiosamente e segundo a nossa visão, o desempenho do Grupo de Forcados Amadores de Beja, que gostosamente, acompanhamos desde o seu inicio.
Estamos em crer que a responsabilidade, algum nervosismo e bem assim uma grande vontade de fazer boa figura, condicionaram aquilo que podia ter sido uma corrida auspiciosa para o Grupo de Beja, não fossem algumas deficiências e desatenções verificadas, mas que certamente serão corrigidas no futuro, partindo do sacro santo princípio de que errando também se aprende.
O terceiro Coimbra, com 520 Kgs. pareceu ser o toiro mais fácil da corrida, no entanto, à cara, o forcado Ricardo Soares não se entendeu com o seu oponente, que estando aceitável à primeira tentativa, é de esquecer a segunda, tendo concretizado à terceira com recurso a ajudas bastante carregadas. Ao sexto e último da noite, foi o valoroso forcado José Miguel Falcão a quem carinhosamente chamamos Fázinha; Pelas duas vezes foi e esteve com notável talento à frente do toiro, e não tivesse sido por manifesta ineficácia das ajudas, teria arrebatado (em nosso modesto entender) o prémio para a melhor pega, tal a sua garra e aprumo na cabeça do toiro que derrotava alto, despejando-o violentamente á segunda tentativa. Manifestou o grupo neste particular, alguma desconcentração, cabendo ao forcado Hugo Santana a função de dobrar o seu colega que havia rumado à enfermaria. Tarefa cumprida e concretizada de imediato e com valentia, com todo o grupo a procurar redimir-se do fraco desempenho anterior. A rabejar, sempre, José Maria Brito Paes cumpriu com exuberância e estilo.
A estreia na Monumental do Campo Pequeno, não foi coroada daquele êxito e glória que todos desejaríamos, mas seguramente, também não foi um desastre ou prestação que faça o grupo corar de vergonha, entre os seus pares, antes pelo contrário; Os problemas que surgiram, foram resolvidos com humildade, dedicação e valentia e como se canta no memorável e inesquecível fado dos Saltimbancos, os toiros não saíram por pegar!
Sendo que outras corridas se avizinham, temos a absoluta certeza de que irá imperar a habitual entre ajuda entre todos os elementos do Grupo, de forma a levar de vencida com toda a dignidade os próximos embates. Não podendo terminar este apontamento, com o tradicional “Parabéns ao Grupo de Beja”, dizemos com toda a nossa confiança e convicção FORÇA GRUPO de BEJA!
Para Santana da Serra e para todas as que se seguirem……. Sorte Moços!
Um abraço do Joaquim Estevens 20.08.2010
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