Elementos

domingo, 13 de junho de 2010

Fotos de Aljustrel

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Corrida de Aljustrel, 12 de Junho


A fardação para a corrida de Aljustrel
vai se realizar na casa do Rui Saturnino, em Aljustrel, ás 14:oo horas.
Atenção aos atrasos

Tiago Graça no seu melhor "Soltem a Parede!"




terça-feira, 8 de junho de 2010

Palavras do nosso elemento João Palma "Cascais" - "Em Defesa da Festa Brava"

Por: João Pereira Palma


Numa época em que a tradição tauromáquica está a ser fortemente atacada por activistas radicais dos direitos dos animais, precisa de ser defendida a todo o custo, sob pena de se perder uma das mais importantes e vincadas tradições do nosso povo.
É curioso observar que os maiores opositores deste nosso costume são, por norma, pessoas distantes da realidade rural e portanto distantes dos próprios animais, o que provoca uma intriga - como é que alguém pretende atacar algo que não conhece?
No entanto, aqueles cujas vivências estão intimamente ligadas à tauromaquia, tendem a interpretar as corridas de toiros como um culto ao animal e uma demonstração de profundo respeito pela sua nobreza e bravura, fazendo com que se preserve a sua natureza e as suas características únicas.
Do ponto de vista humano, que é considerado universalmente um valor soberano em relação a todos os outros, a festa brava é motivo de união intra e inter-familiar, onde se cultivam os mais puros valores, como a amizade, valentia e solidariedade. Valores estes que vão sendo transmitidos entre gerações e são sustento emocional de muitas comunidades, criando um sentimento de pertença entre os seus membros.
Assim sendo, é fácil de perceber que, para além de ser uma tradição auto-identificativa do povo português, a tauromaquia é extremamente benéfica do ponto de vista humano, exactamente por transmitir ideais intrinsecamente positivos e congregadores da comunidade.
Quem quer acabar com a nossa festa, diz-se “amigo” dos animais (embora nunca tenha conhecido a sua essência), mas então, justifica-se por isso ser inimigo das pessoas? É provavelmente devido a atitudes como esta, a que infelizmente assistimos diáriamente, que estamos a atravessar uma época de acentuada crise de valores, onde a solidariedade e a partilha começam a ficar de fora do nosso dia-a-dia.
Defendam a cultura, ela faz parte do nosso património e é um espelho do mundo real: ensina-nos a lidar com a vitória e a derrota; a alegria e a tristeza; a vida e a morte, não tendo o homem o controlo sobre todos os factores, estando inevitavelmente exposto a imponderáveis. Existirá melhor escola de valores do que esta?


by: http://naturales-tauromaquia.blogspot.com/2010/06/naturales-do-leitor-quem-nos-le-tem.html

terça-feira, 1 de junho de 2010

Próxima Corrida


domingo, 16 de maio de 2010

Foi com imensa tristeza e grande desalento que o Grupo de Forcados Amadores de Beja
recebeu esta triste noticia da morte trágica Sr.ª D. d Ilda Sousa Feio Games Cano. Esposa do nosso querido amigo e antigo forcado do nosso grupo, Francisco Gomes Cano
A toda a Família o Grupo de Forcados Amadores de Beja apresenta as mais sinceras condolências .
“Que Deus tenha a sua alma em descanso!”

terça-feira, 4 de maio de 2010

Fotos de Nuno Cirne

segunda-feira, 3 de maio de 2010

1 de Maio de 2010


Corrida da Ovibeja- Por Joaquim Estevens

Corrida da Ovibeja 2010
Quando em 1 de Maio de 2008 se apresentou um punhado de rapazes cheios de vontade e determinação para reerguer o Grupo de Forcados Amadores de Beja, desde logo e como sempre, apareceram os costumados velhos do Restelo, aves de mau agoiro, que em nada ajudam, senão contribuir, para a desmotivação: Felizmente, as prestações que verificámos assiduamente ao longo de duas temporadas, encarregam-se de fazer história e tal como no tempo das descobertas, a vontade e o crer falaram mais alto.
Está o Grupo de Beja já na sua terceira época, na qual, com toda a certeza irá trilhar o caminho destinado aos Grupos já sobejamente afirmados. Essa longa caminhada, iniciou-se ontem, dia 1 de Maio, data em que, se outras razões não houvessem comemorar-se-ia o segundo aniversário da apresentação do Grupo: Podemos dizer que as comemorações, decorreram em perfeita alegria e da melhor forma, apresentando-se um grupo, coeso, confiante e determinado, que deixa desde já antever que vai estar à altura das suas responsabilidades futuras.
Como é nosso hábito, não fazemos aqui uma descrição exaustiva do espectáculo, nem essa é nem será a nossa função, antes sim, exprimir aqui devotadamente o espírito de entrega que desde sempre têm norteado os rapazes das jaquetas. Anunciou-se (algo tardiamente) uma sensacional corrida de toiros e o publico aficionado não se fez rogado, tendo acorrido em bom número, quase lotando (3/4 fortes) a velhinha Varela Crujo: Para os cavaleiros António Telles e Diego Ventura, esperava-se e o publico merecia, outro curro de toiros que não este. Em nossa modesta opinião, a nova empresa gestora da praça, podia e devia ter tido outro cuidado no curro apresentado, o que certamente teria proporcionado um outro espectáculo. Pelo factor toiro, o cavaleiro da Torrinha, em qualquer dos que lhe tocaram em sorte, não conseguiu sacar o triunfo a que já há muito habituou a aficion. Estava o publico cioso de ver Ventura, mas este, e também devido às características dos oponentes, não conseguiu realizar e montar o seu tão característico espectáculo, ainda que tivesse tido alguns momentos em que verdadeiramente empolgou o publico. Os grupos de forcados amadores de Cascais e Beja, repartiram a função das pegas.
A Ricardo Castilho caberia a tarefa de pegar o segundo da tarde: Citou com vaidade e esteve bem na frente do toiro, que após a reunião levantou a cabeça, sendo determinante e oportuno o primeiro ajuda, Rui Saturnino, que com muito técnica e sabedoria, agarrou o piton, permitindo que todo o grupo se fechasse de forma correcta e eficaz. Em gesto muito nobre, o forcado José Miguel Falcão, dedicou a pega do quarto da tarde ao antigo forcado do Grupo de Beja, Francisco Paixão. Pega consumada com êxito à primeira tentativa, já que o forcado toureou e mandou, recuando bem e fechando-se com técnica e valor no momento certo: também aqui o grupo mostrou rigor e disciplina. Após alguma dificuldade na colocação do toiro, Hugo Santana consumou à primeira tentativa a última pega da tarde: Citou de largo e aguentou a investida do toiro, com a ajuda de António Merino, que mostrou querer estar mais vezes nesse lugar: certas as segundas de Rui Saturnino e Augusto Silva e Miguel Sampaio exuberante a rabejar. Nota alta para a disciplina, coesão e rigor demonstrados pelo grupo, quer entre barreiras quer na arena, o que obviamente se destaca e em muito dignifica e enobrece todos os seus elementos.
Terminada a corrida e como habitualmente decorreu o já habitual jantar convívio, ocasião sempre aproveitada para ouvir “de sua justiça”, os forcados e seus familiares, convidados e acompanhantes. Cada qual à sua maneira, com mais ou menos dotes de oratória, todos expressaram livre e sinceramente palavras apropriadas ao dia e à prestação do Grupo. O cabo Manuel Almodôvar, encerrou o jantar, proferindo um breve discurso, no qual traçou uma perspectiva do que vai ser o grupo no futuro e bem assim das responsabilidades que se avizinham.
Pelo que nos foi dado verificar nesta corrida e por aquilo que temos acompanhado, estamos em crer que não havendo corridas fáceis, o Grupo está motivado e consciente das suas responsabilidades, para se superar a si próprio, honrando com muito saber e dedicação a sua jaqueta.
Para a época que agora começou e para sempre….. Sorte moços !
Um abraço do Joaquim Estevens.

domingo, 2 de maio de 2010

Corrida Ovibeja