Elementos

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Festa do Campo


domingo, 28 de setembro de 2008

Demonstração na Praça Dr. António Semedo


Foi com satisfação que o grupo recebeu o convite, já em final de época, para se apresentar este sábado na Praça de Toiros Dr. António Semedo, em Garvão. A actuação consistiria numa demonstração de um treino onde o nosso cabo entendeu aproveitar para dar oportunidades a aqueles que menos as tiveram e testar algumas alternativas. De referir que o Manuel não pode estar presente confiando a chefia do grupo ao estimado João Fialho.
As três vacas e o novilho que nos “tocaram em sorteio” pertenceram à ganadaria António Madeira que apesar da pouca força e de se terem, em geral, fechado cedo em tábuas contribuíram para o sucesso do espectáculo e proporcionaram um bom treino ao grupo.
Previa-se um fim-de-semana chuvoso mas o tempo “aguentou-se” e deixou que o espectáculo decorresse com uma ou outra gota a ameaçar as cerca de 400 pessoas que assistiram atentas pega após pega até ao fim.
Foi uma tarde em que todos tiveram oportunidade de se mostrar pois o João fez rodar os forcados à sua disposição pelos diversos lugares. Notaram-se bons pormenores (e alguns a corrigir) quer na cara quer nas primeiras e segundas. As terceiras pouco trabalho tiveram uma vez que as reses raramente lá chegaram. Na minha opinião, gostei particularmente de ver a evolução do “Pintas” e do Guilherme a pegar de caras, assim como as ajudas do Rodrigo do Picanço e do “Bira”! Foi também bom ver a vontade que o “Bentinho”, o nosso mais jovem elemento, demonstrou em estar sempre “lá dentro” a dar o seu contributo! Mas estes são apenas alguns nomes que fixei pois julgo que todos de uma forma geral estiveram bem e com vontade.
Julgo que seria injusto não fazer referência aos nossos dois recortadores que mais parecem dois cavalos da quadra de uma qualquer figura do toureio, pois foram fundamentais para colocar as reses onde lhes era solicitado. Todos nós já estamos habituados ás suas actuações nos treinos mas este foi dia especial quer para o Diogo V. Nobre quer para o Miguel Lampreia pois foi a sua apresentação em público!!!
No final, para terminar este convívio foi-nos oferecido um belíssimo jantar pela Comissão de Festas de Garvão! Um muito obrigado pela forma como fomos recebidos!!!

Um Grande Abraço e… Parabéns ao Grupo de Beja!!!
José Maria Brito Paes

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Crónica da Corrida de Ferreira do Alentejo

Crónica da Corrida de Ferreira do Alentejo.

Quando o Outono se fez anunciar, ou não estivéssemos já em 20 de Setembro, o Grupo de Forcados Amadores de Beja pegou a sua Décima primeira Corrida. Por ocasião da Feira Anual de Ferreira do Alentejo para lidar um curro de toiros Dias Coutinho, estiveram em praça os Cavaleiros de alternativa João Moura e José Prates e os praticantes Joana Andrade e Nelson Limas: As pegas estiveram a cargo dos Grupos de Cascais, Cuba e Beja. O cavaleiro de Monforte esteve bem e agradou, enquanto as outras actuações, foram algo irregulares, não obstante o empenho dos artistas. Os toiros anunciaram-se de quatro anos e como se impõe, ostentavam o último algarismo do ano de nascimento na espádua, porém, evidenciaram alguma falta de peso, permitindo aos forcados actuações sem grandes dificuldades. Após a actuação da praticante Joana Andrade, o forcado José Miguel Falcão, tentaria a pega o que conseguiu à terceira tentativa, tendo a ajudá-lo Álvaro Sampaio. O José Miguel, não esteve bem na cara do toiro, recuou mal (o piso estava demasiado pesado) e com problemas no momento da reunião, mas sempre com muita garra e valentia, não se atemorizou e consumou a pega. Nelson Limas, cavaleiro praticante, encerrou as lides a cavalo, cabendo ao Ruben Baião a tarefa de pegar o último da tarde. É caso para dizer: Fechou com a chave de ouro; esteve bem a citar, aguentou a investida alta do toiro e viajou na sua cabeça, bem fechado de braços e pernas, com o grupo a ajudar de forma coesa: Uma vez mais, destaque para a prestação de Álvaro Sampaio, que nos quer parecer um primeiro ajuda com valor e futuro.
A corrida decorreu de forma aceitável, no entanto, para bem da Festa de Toiros e por respeito para com o publico, entendemos fazer dois reparos à organização, para que em futuras corridas possa corrigir: O piso da arena, não estava nas melhores condições, facto que dificultou a actuação quer dos cavaleiros quer dos forcados. O outro reparo, refere-se ao barulho / ruído da área envolvente à praça, porquanto, é muito importante o silêncio no decorrer das lides: Dois aspectos que julgamos importantes e que certamente serão de fácil resolução.
Para o Grupo, outra responsabilidade se avizinha, já que a 28 de Setembro em Viana do Alentejo e sob olhar maternal de Nossa Senhora d’Aires, serão lidados Seis Toiros da Ganadaria Fernandes de Castro, que se anunciam imponentes e com peso. Acreditamos que o Grupo, uma vez mais, vai estar à altura e saberá defender e honrar a sua jaqueta: O Cabo Manuel Almodôvar, saberá com toda a certeza, escolher e mandar, evidenciando todo o seu sentido de responsabilidade e rigor de modo a que essa tarde seja mais uma tarde de glória para o Grupo vir a recordar.
Lá estaremos convosco, procurando à nossa maneira disfarçar todos os nossos medos e receios, mas vivendo com muita emoção e não menos alegria cada passo vosso!
Sorte moços………. Um abraço do Joaquim Estevens

domingo, 21 de setembro de 2008

domingo, 14 de setembro de 2008

Próximas Corridas




Tan ter Lan tan! Ole! Parabéns ao grupo de Beja

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Crónica da Corrida de S.Manços

S. Manços a 30 de Agosto; Festas tradicionais da Localidade em Honra dos seus Santos padroeiros: Senhor S. Mancos e Nossa Senhora da Ajuda. Bem haja a organização, desta e de outras festas, que incluem nos seus programas festivos, um espectáculo taurino: Mostra raça e a aficion agradece e só assim a Festa Brava se manterá.
Para toiros da ganadaria Rodolfo André Proença, compareceram, como o cartaz anunciava: Eles e Elas. Luís Rouxinol, Rui Fernandes e António Brito Paes, Sónia Matias, Isabel Ramos e a amadora Maria Mira, que acompanhados pelas respectivas quadrilhas de bandarilheiros, tiveram a seu cargo a lide dos seis de quatro anos com peso e trapio, como “rezava” o cartaz. Após a actuação dos cavaleiros, estiveram em função, os Grupos de Forcados Amadores da Moita, Cuba e Beja.
O cavaleiro Luís Rouxinol, confirmou em S. Manços o bom momento que atravessa, sendo justo o prémio atribuído. Como é nosso hábito, não nos prestamos aqui a analisar em pormenor as actuações de todos os intervenientes no espectáculo; contudo, registámos com agrado a actuação do cavaleiro António Maria Brito Paes que brindou a sua lide ao Grupo de Forcados Amadores de Beja.
O Olavo Baião foi destinado a tarefa de pegar o terceiro da noite; um toiro bonito com muito boa apresentação e de córnea vistosa, o qual foi lidado de forma exemplar por Sónia Matias, possibilitou ao forcado uma pega à primeira com o grupo a ajudar de forma eficaz. Nesta pega, nota alta para Álvaro Sampaio a ajudar e António Merino a rabejar. A amadora Maria Mira, lidou o ultimo da noite e Aurélio Mendes, um forcado com grande vontade e crer, algo ainda inexperiente, citou com alegria não conseguindo aguentar-se nas viagens, tentou a pega, várias vezes, num toiro com uma córnea pequena o que dificultou a sua actuação; contudo e com a ajuda experiente e carregada do grande forcado Jeremias, consumou à quarta tentativa com José Maria Brito Paes a complementar.
Também os Forcados em praça, disputavam o prémio para a melhor pega, o qual foi atribuído ao Grupo de Forcados da Moita, pela sua aplicação no quarto da noite e após a lide do cavaleiro Brito Paes.
È justo dizer aqui que esta crónica teve uma colaboração muito especial de um amigo muito especial do Grupo de Beja; Bento Quadros e Costa: Para ele e pela sua grande dedicação ao Grupo, um grande abraço e toda a amizade da aficion que nos acompanha.
Cumpriu-se em S. Manços a décima corrida do Grupo de Forcados Amadores de Beja: Para quem, como nós e tantos outros, têm acompanhado o Grupo, é gratificante ver o caminho percorrido: pegar à primeira, à segunda, à terceira ou à quarta, o que nos parece importante e isso tem sido uma constante, é a humildade e a dignidade que o Grupo tem sabido manter. Os primeiros passos estão dados; daqui para a frente as responsabilidades e exigências serão maiores, mas estamos certos: O Grupo lá estará !
Sorte... moços ! Um abraço do Joaquim Estevens



Tan ter Lan tan! Ole! Parabéns ao grupo de Beja

domingo, 31 de agosto de 2008

quinta-feira, 28 de agosto de 2008


quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Depois da Corrida de Castro Marim...

É sabido que no seio de um grupo de forcados existe um enorme companheirismo e amizade, valores que são essenciais para que tudo corra bem dentro da arena. Depois da corrida alivia-se o stress durante o jantar e segue-se com a diversão pela noite fora. O dia 14 não foi excepção e, depois do jantar a diversão continuou pela noite fora na praia verde. Aqui ficam algumas fotos desses momentos.

Lena Cavaco






Fotos: Vânia Cortes Cavaco




Tan ter Lan tan! Ole! Parabéns ao grupo de Beja

domingo, 17 de agosto de 2008

Crónica da Corrida de Castro Marim

Corrida em Castro Marim – 14 de Agosto.

Perdoem-nos, mas vamos começar esta crónica pelo fim da jornada:
Agradável convívio entre a rapaziada, amigos e convidados; muito embora a relação qualidade / preço, do jantar, tenha ido para além das espectativas. Se o director de corrida tivesse que intervir neste particular, não teriam faltado oportunidades para uns “toquezitos” de aviso: mas adiante … o que importa é o são convívio e esse foi-o em pleno e isso é, tem sido e continuará a ser, uma tónica dominante no Grupo de Forcados Amadores de Beja. Bem hajam ... moços; continuem com a vossa simpatia e humildade, cativando amizades e “destroçando” alguns corações.

Falemos agora do nosso jantar convívio: Não cabe aqui debruçar-nos ou analisar todas as intervenções (discursos), mas não podemos nem devemos olvidar as palavras da “tia” Maria de Deus Valente (mãe do Gonçalo): As suas breves palavras, estamos em crer, traduziram e manifestaram todo o carinho e amor próprio das mães, que sentem e vivem com grande emoção a prestação dos seus filhos: Já aqui dissemos: Sempre que um forcado pisa a arena, o coração da sua mãe, contrai-se... aperta-se.
Maria de Deus: para si e para as mães de todos os forcados do Grupo de Beja e para as mães de todos os forcados, uma saudação terna e amorosa: Que Deus guarde e acompanhe sempre os vossos filhos! Igualmente de realçar, a bonita e rica intervenção do Dr. João António Palma: Daqui, lhe dizemos (julgamos): O grupo precisa e agradece (sem menosprezar ninguém), a colaboração e acompanhamento de pessoas como o senhor, conhecedoras das nossas tradições e amantes da Festa dos toiros. Não podíamos, obviamente, esquecer a intervenção de António Costa; forcado da “velha guarda” que sente, como tantos outros, com grande emoção, todas as pegas do grupo e à sua maneira e com sua simpatia, vai (sem atropelos) dando os seus conselhos. É justo dizer aqui; Os moços do Grupo de Forcados Amadores de Beja sabem dar ouvidos à veterania: Sim senhor ... bom sinal, assim sendo e assim continuando, chegarão mais longe ! João Marujo Caixinha, referencia histórica da forcadagem nacional e fundador do primeiro grupo de Beja, sempre acompanhando o actual grupo, fez-se ouvir, com toda a atenção e respeito que o seu “saber de toiros” merecem: Analisou com frieza e rigor, as pegas do Zé Miguel Falcão e do Luís Picanço, tal como dos ajudas: Estamos em crer, que as suas palavras foram, além de sabedoras, oportunas e muito importantes para o Grupo. Seria injusto, não referir aqui, a sentida e emocionada intervenção do forcado Zé Maria: ela traduziu toda a garra e todos os sentimentos de amizade que estão na base do Grupo de Forcados Amadores de Beja.

Dissemos de inicio que esta crónica começava pelo fim e assim sendo, dizemos que, coube ao Luís Picanço, a tarefa, “árdua” de pegar o último da noite . Um toiro de 475 Kg. da Ganadaria Brito Paes, aliás como todos os outros cinco antecedentes, que dava pelo nome de Xistra, foi lidado por Isabel Ramos. Lide a preceito com ferragem a condizer para um toiro sem maldade e a deixar-se tourear; lamentavelmente, o “nosso” Luís não conseguiria brilhar à primeira, tendo consumado à segunda, sem rigor e sem técnica. Mas, certamente outras oportunidades lhe surgirão para emendar, já que é manifesta a sua vontade e bravura. O terceiro da noite e igualmente lidado por Isabel Ramos, deu a José Miguel Falcão, a oportunidade de realizar uma vistosa pega à primeira tentativa: Esteve bem à frente do toiro com o Gonçalo Valente a ajudar com precisão.
Na tarefa de rabejar, o Zé Maria Brito Paes e o Miguel Sampaio, não deixaram os créditos por mãos alheias: Cumpriram e agradaram ! Falcão, dedicou com delicadeza e amizade a sua pega, ao Ganadero e Antigo Forcado, Joaquim Brito Paes.

Estiveram em praça três Grupos: Amadores da Moita, Amadores de Cuba e o nosso Grupo. Sem falsa modéstia ou vaidade bacoca, podemos afirmar que o Grupo de Beja tem estado à altura dos desafios que se lhe tem deparado, cumprindo e honrando com dignidade a sua jaqueta: Assim foi em Castro Marim.
Para além de Isabel Ramos, estiveram em praça os cavaleiros Luís Rouxinol e João Moura Caetano, acompanhados das respectivas quadrilhas. Isabel Ramos, foi alem do adágio popular: não fazendo um milagre (santos da casa não fazem milagres) esteve muito bem, toureando com à vontade encantou os seus conterrâneos e não só. Luís Rouxinol defendeu com brio os seus pergaminhos nos toiros que lhe tocaram em sorte.
Perdoem-nos a irreverência: João Moura Caetano, deveria escolher outros sítios para mostrar cavalos, já que foi mais o tempo que levou a montar, desmontar, sair e entrar em praça, do que levou a tourear. Seis cavalos para um toiro, em nosso modesto entender, parece-nos demais: Nas praças desmontáveis, também estão aficionados conhecedores e exigentes e o rigor não pode só ser imposto aos Grupos de Forcados, quanto ao número de tentativas para pegar o toiro ou quanto ao número de jaquetas na trincheira.

Castro Marim, vila Algarvia situada na margem direita do Guadiana, foi tomada aos mouros corria o ano de 1242: Com Espanha no outro lado do rio, foi fortaleza importante para os reis da nossa primeira dinastia, com especial destaque para D. Afonso III, que lhe concedeu o seu primeiro foral. Para o Grupo de Beja a corrida de Castro Marim foi importante por ser a primeira, após a sua apresentação na arena da nossa terra, Praça José Varela Corujo. Anuncia-se para trinta de Agosto, uma corrida em S. Mansos, terra de refinada aficion: estamos certos que o Grupo, saberá uma vez mais honrar dignamente a sua jaqueta, mostrando bravura e valentia nos toiros, lealdade e simpatia para com os seus amigos e acompanhantes. Até lá e para lá ...... Sorte Moços :
Um abraço do Joaquim Estevens











Um abraço do Joaquim Estevens
16.Agosto.2008


Tan ter Lan tan! Ole! Parabéns ao grupo de Beja