Corrida de Beja; Praça José Varela Corujo, 9 de Agosto.
Era com grande expectativa e não menos nervosismo que todos aguardávamos esta corrida, pelas razões que todos conhecemos. Se para os navegadores portugueses foi importante na altura, dobrar o Cabo da Boa Esperança, porque lhes abriria novos horizontes para o futuro, também para o Grupo de Forcados Amadores de Beja, a apresentação na praça José Varela Corujo se revestia de um significado importante. Após várias e diversas actuações, o Grupo faltava-lhe a apresentação na Praça maior da sua terra, mostrando-se aos seus amigos e aficionados, não o tendo já feito, pelas razões de todos conhecidas. È justo realçar que o cabo Manuel Almodôvar, teve arte e empenho, para manter unido o grupo, sabendo esperar e acreditando convictamente que a apresentação na Praça José Varela Corujo seria uma realidade. Em Agosto de 1975, pela mão de João Marujo Caixinha, apresentou-se o Grupo: Em Agosto de 1984, sendo cabo Luís Moura, o Grupo suspendeu a sua actividade: Ontem, vinte e quatro anos depois, o Grupo de Forcados Amadores de Beja, renasceu e mostrou à aficion que tem força e valores para dar continuidade ao sonho, podendo no futuro assumir outras e maiores responsabilidades.
Com casa a cerca de ¾ (talvez a antecipação da data seja responsável por esse facto) iniciou-se a corrida, cumprindo-se o cartel anunciado: Os cavaleiros, Rui Salvador,
Luís Rouxinol e João Salgueiro, lidaram um curro de toiros da Ganadaria Cunhal Patrício, o qual com boa apresentação, teve um comportamento bastante aceitável.
No geral, qualquer dos três cavaleiros, teve actuações de bom nível, executando as sortes adequadas às características de cada toiro. A Banda da Sociedade Filarmónica Capricho Bejense, ia sublinhando com os seus acordes o desenvolvimento das lides. O público não regateou aos cavaleiros, aqui e além, os merecidos aplausos.
O cabo Manuel Almodôvar, quis fazer jus à tradição: No segundo da noite e perante um toiro que se manifestou tardo na investida, após colocação noutros terrenos, pegou à primeira tentativa. A ajudar esteve bem o Jeremias Távora, tal como todo o Grupo.
Já aqui tínhamos dito que o forcado João Fialho era um forcado promissor: É sim senhor e nós lembramos-nos bem dos primeiros treinos onde apareceu. A ele coube a tarefa de pegar o quarto da noite e segundo do Grupo de Beja: Com uma primeira ajuda de muito bom nível dada a preceito pelo Rui Saturnino, consumou uma vistosa pega, a qual, respeitosamente dedicou ao cabo fundador, João Marujo Caixinha.
Nem sempre se consegue pegar à primeira e tal facto não pode retirar brilho e valentia ao forcado. O Ricardo Soares, não conseguiu consumar a sua prestação à primeira tentativa, tendo vindo a consegui-lo à quarta tentativa; mas é justo dizer-se, que esteve sempre bem à frente do toiro, mostrando garra e valor, com o grupo a corrigir – se, já que à cara, não havia problemas.
Uma palavra e saudação amiga para o “Grupo da Cuba”: Eduardo Mimoso esteve excelente e o Cabo José Horta, uma vez mais, mostrou a sua experiência. Sentimos-nos bem, quando acompanhamos com gente boa, séria e humilde, que sabe honrar com valor, lealdade e sem atropelos, a sua jaqueta. “Aquele” nosso abraço para eles!
Dobrado o Cabo da Boa Esperança, outros mares se depararam:Reapresentado ou representado o Grupo na Praça José Varela Corujo, outras praças e outros públicos nos esperam. È nossa convicção profunda que o Grupo, saberá com a sua humildade e dedicação, estar à altura das suas responsabilidades: E quando lá chegarmos ….. Sorte Moços …. Um abraço do Joaquim Estevens / 10.Agosto.2008
Tan ter Lan tan! Ole! Parabéns ao grupo de Beja
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
domingo, 10 de agosto de 2008
sábado, 9 de agosto de 2008
Pesos dos Toiros para esta Noite






Quanto aos touros a lidar nesta corrida, pertencerão á ganadaria de Herdeiros de Cunhal Patricio, os quais já se encontram nos currais da praça e que lhe apresentamos os pesos de seguida:
- N.º 442 - 485Kg
- N.º423 - 470Kg
- N.º418 - 500Kg
- N.º416 - 480Kg
- N.º441 - 490Kg
- N.º409 - 530kg
- N.º446 - 460kg (Sobrero)
- N.º 442 - 485Kg
- N.º423 - 470Kg
- N.º418 - 500Kg
- N.º416 - 480Kg
- N.º441 - 490Kg
- N.º409 - 530kg
- N.º446 - 460kg (Sobrero)
Tan ter Lan tan! Ole! Parabéns ao grupo de Beja
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
Crónica sem Corrida
Crónica Sem Corrida !
Beja a 3 de Agosto, Domingo: Fim de semana sem aquelas emoções a que já vamos estando habituados. Tal é o nosso hábito e vontade, que não resistimos à tentação de “escrevinhar” algumas linhas: Linhas essas, bem ou mal amanhadas, que nos fazem o favor e têm a paciência de ir lendo (segundo nos têm dito). O nosso particular e sincero agradecimento: Estas “croniquetas” não têm outra intenção, senão, o de ir mantendo e realçando a valentia e garra de um punhado de rapazes, que quer dar continuidade a um sonho: Sonho esse, já vivido por alguns e que continua alimentado por uns tantos outros. Sonho bonito, nobre e sincero que permite o convívio e amizade entre diversas gerações. Para aqueles que já cá andaram, vai a nossa saudação amiga e o testemunho já presenciado, que estes moços que hoje envergam as jaquetas em nada desmerecerão a estima e admiração que os aficionados e a cidade sempre dispensaram ao Grupo de Forcados Amadores de Beja.
Em tempos idos, por esta altura, a cidade esperava ansiosamente a corrida do dia 10:
Era dia grande para os aficionados bejenses e não só, já que, normalmente se apresentavam cartéis de bom nível; toiros, toureiros e forcados, fizeram as delícias do público que quase sempre lotava a praça, não obstante as enormes canículas próprias da estação. De há algum tempo a esta parte, a organização da Corrida do “Dez de Agosto” e não só esta, têm realizado o espectáculo em nocturno: Não comentamos, já que são diversas as opiniões sobre o horário (e este ano sobre a data: 9 de Agosto).
A cidade e a aficion, voltam a estar ansiosas pela corrida, que este ano, terá lugar a 9 de Agosto: Nessa noite e para lidar um curro de toiros da Ganadaria Cunhal Patrício
(que nos anunciam “pesados”), estarão em praça os cavaleiros Luís Rouxinol, Rui Salvador e João Salgueiro. Pelos forcados, José Horta e Manuel Almodôvar, irão repartir entre os respectivos grupos (Cuba e Beja) a tarefa das pegas.
Esta corrida terá para o (renovado) Grupo de Forcados Amadores de Beja, um significado muito especial, porquanto é a primeira vez que o mesmo se apresenta na praça da sua terra e perante os seus amigos e aficionados. Reveste-se, em nossa opinião, de particular importância e simbolismo, a nossa apresentação na praça da nossa cidade, a Praça José Varela Corujo. Recorde-se: por motivos que foram inteiramente alheios ao Grupo, não foi possível o mesmo fazer a sua apresentação na data que desejava (Corrida Ovibeja 2008). Assim e qualquer que seja a prestação do Grupo, a corrida de 9 de Agosto, será um marco importante no historial dos Forcados Amadores de Beja.
O Grupo tem espírito, garra, confiança e valores, quer à cara quer em ajudas, pelo que, saberá com toda a certeza, estar à altura e debelar alguma situação mais complicada que se lhe depare: O cabo Manuel Almodôvar saberá estar atento, para que, com aquele sentido de responsabilidade a que já nos habituou, mandar ir ao toiro o forcado mais adequado ! Mais uma vez ….lá estaremos convosco, com os nossos santinhos e amuletos bem fechados na mão, implorando ao Senhor a sua protecção para todos nós !
Sorte ….. Moços !
Um abraço do Joaquim Estevens.
Beja a 3 de Agosto, Domingo: Fim de semana sem aquelas emoções a que já vamos estando habituados. Tal é o nosso hábito e vontade, que não resistimos à tentação de “escrevinhar” algumas linhas: Linhas essas, bem ou mal amanhadas, que nos fazem o favor e têm a paciência de ir lendo (segundo nos têm dito). O nosso particular e sincero agradecimento: Estas “croniquetas” não têm outra intenção, senão, o de ir mantendo e realçando a valentia e garra de um punhado de rapazes, que quer dar continuidade a um sonho: Sonho esse, já vivido por alguns e que continua alimentado por uns tantos outros. Sonho bonito, nobre e sincero que permite o convívio e amizade entre diversas gerações. Para aqueles que já cá andaram, vai a nossa saudação amiga e o testemunho já presenciado, que estes moços que hoje envergam as jaquetas em nada desmerecerão a estima e admiração que os aficionados e a cidade sempre dispensaram ao Grupo de Forcados Amadores de Beja.
Em tempos idos, por esta altura, a cidade esperava ansiosamente a corrida do dia 10:
Era dia grande para os aficionados bejenses e não só, já que, normalmente se apresentavam cartéis de bom nível; toiros, toureiros e forcados, fizeram as delícias do público que quase sempre lotava a praça, não obstante as enormes canículas próprias da estação. De há algum tempo a esta parte, a organização da Corrida do “Dez de Agosto” e não só esta, têm realizado o espectáculo em nocturno: Não comentamos, já que são diversas as opiniões sobre o horário (e este ano sobre a data: 9 de Agosto).
A cidade e a aficion, voltam a estar ansiosas pela corrida, que este ano, terá lugar a 9 de Agosto: Nessa noite e para lidar um curro de toiros da Ganadaria Cunhal Patrício
(que nos anunciam “pesados”), estarão em praça os cavaleiros Luís Rouxinol, Rui Salvador e João Salgueiro. Pelos forcados, José Horta e Manuel Almodôvar, irão repartir entre os respectivos grupos (Cuba e Beja) a tarefa das pegas.
Esta corrida terá para o (renovado) Grupo de Forcados Amadores de Beja, um significado muito especial, porquanto é a primeira vez que o mesmo se apresenta na praça da sua terra e perante os seus amigos e aficionados. Reveste-se, em nossa opinião, de particular importância e simbolismo, a nossa apresentação na praça da nossa cidade, a Praça José Varela Corujo. Recorde-se: por motivos que foram inteiramente alheios ao Grupo, não foi possível o mesmo fazer a sua apresentação na data que desejava (Corrida Ovibeja 2008). Assim e qualquer que seja a prestação do Grupo, a corrida de 9 de Agosto, será um marco importante no historial dos Forcados Amadores de Beja.
O Grupo tem espírito, garra, confiança e valores, quer à cara quer em ajudas, pelo que, saberá com toda a certeza, estar à altura e debelar alguma situação mais complicada que se lhe depare: O cabo Manuel Almodôvar saberá estar atento, para que, com aquele sentido de responsabilidade a que já nos habituou, mandar ir ao toiro o forcado mais adequado ! Mais uma vez ….lá estaremos convosco, com os nossos santinhos e amuletos bem fechados na mão, implorando ao Senhor a sua protecção para todos nós !
Sorte ….. Moços !
Um abraço do Joaquim Estevens.
domingo, 3 de agosto de 2008
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
segunda-feira, 28 de julho de 2008
Crónica da Corrida de Entrdas
Entradas, 25 de Julho de 2008.
Entradas é uma freguesia importante do concelho de Castro Verde que demarca o mesmo e o de Beja, tal como o de Aljustrel. Esta simpática vila que já foi sede de concelho (1836) e que ostenta um interessante património religioso (Igreja Matriz do século XVIII, Igreja da Misericórdia do século XV e a não menos importante Capela da Senhora da Esperança do século XVI) é marco importante no património natural, já que, nos campos e áreas circundantes, se encontram várias espécies avícolas, sob o regime de protecção ambiental, como é o caso da abetarda, ave estepária que tem nestas zonas o seu habitat natural. A designação de Entradas, não está claramente definida: Se para uns significa a entrada de D. Afonso Henriques no reino dos Mouros (para a Batalha de Ourique), para outros (e nós estamos nessa) significa a saída das terras de barro para a entrada no “ Campo Branco”: terra de boas pastagens, destino dos grandes rebanhos de ovelhas, que nos séculos (de que há escritos, “transumancia”) XV e XVI, demandavam as zonas de Entradas, Castro Verde e Ourique, oriundos das zonas mais frias e inóspitas do país (Serra da Estrela e outras). Depois deste pequeno intróito “histórico-cultural” (perdoar-nos-ão a imodéstia), vamos lá então falar do e sobre o tema a que gostosamente estamos devotados: As corridas de toiros onde o nosso Grupo está presente! Desta vez, Entradas!
Corrida anunciada (e realizada) com os cavaleiros Joaquim Bastinhas, Tito Semedo e Rui Fernandes, para lidar um curro da ganadaria São Martinho. Para a função Homem/Toiro, perfilaram-se três grupos: São Mansos, Cuba e Beja.
Conforme já anteriormente temos referido e sem querer analisar a prestação particular dos intervenientes, ousamos dizer: O cavaleiro de Elvas, não esteve no seu melhor, já que os animais que lhe tocaram em sorte, não lhe permitiram uma actuação como lhe é peculiar: no entanto, não desmereceu alguns aplausos do público. Tito Semedo (praticamente na sua terra), cravou ferros de bom nível, quer no 2º quer no 5º da noite: . No intervalo da corrida, a organização, homenageou o cavaleiro de Santana da Serra, pelos seus 15 anos de alternativa. O público brindou o homenageado com fortes aplausos. Rui Fernandes, toureou e encantou: Com a sua alegre forma de bregar e citar, esteve bem a cravar e a rematar, pelo que o publico foi demonstrando ao longo das lides grande satisfação e alegria, remetendo-lhe inúmeros aplausos, tanto nas lides, como também nos passeios de agradecimento!
Se na semana passada, nos havíamos deparado com toiros da ganadaria Santiago, esta semana e nesta corrida, das Festas em honra de Santiago, padroeiro de Entradas, os toiros lidados, foram da Ganadaria de São Martinho: É caso para dizer: andamos com os Apóstolos e enquanto andarmos com Eles, andamos bem, cumprindo e sem problemas de maior. Neste particular e para pegar o terceiro da noite, um toiro de quatro anos com cerca de quinhentos quilos, saltou à arena o promissor (como já temos dito) João Fialho: Pegou à segunda tentativa, com muito brio e garra, um toiro que inicialmente se defendeu e procurou o forcado não permitindo que este se fechasse e consumasse a pega. O João Fialho esteve sempre bem na cara do toiro, com o grupo a ajudar à “maneira”: Destaque especial para o primeiro ajuda Jeremias Lencastre, que uma vez mais, evidenciou experiência!
E para o último da noite (na qual, igualmente, não faltaram emoções fortes e nós que o digamos), Ricardo Castilho foi o forcado nomeado: Uma vez mais, tal como em Vila Nova, o forcado esteve bem. Se em Vila Nova, não obstante a sua “galhardia” não conseguiu concretizar a pega, em Entradas, consegui-o à terceira tentativa: Feito que realizou com muita arte e emoção, perante um toiro que desde inicio revelou alguns problemas quer ao capote, quer ao cavalo: A ajudar, o grupo esteve em pleno com o Rui Saturnino a rubricar uma excelente e notória actuação. O cabo Manuel Almodôvar, demonstrou e deu uma confiança extrema no Ricardo Castilho, o qual, estamos em crer, tem garra de forcado e terá que estar preparado para outras chamadas: Daqui lhe dizemos, com toda a esperança e grande
Amizade …. Sorte… Moço!
E a “croniqueta” já vai longa…. A corrida esteve no seu global em bom nível:
Sem esquecer ou menosprezar o Grupo de São Mancos, uma palavra de apreço, estimulo e carinho para com o “ Grupo da Cuba”: Uma vez mais, o seu cabo José Horta, esteve à altura, mostrando e demonstrando as suas capacidades.
E parabéns à organização (Rádio Castrense), a qual, temos constatado, não se tem poupado a esforços no sentido de melhorar o evento, este na sua nona edição, pelo que é já uma referência reconhecida e aceite no calendário taurino do Baixo Alentejo: Bem haja e que continue!
Depois dos Santiago em Vila Nova, dos São Martinho em Entradas, esperam-nos no dia de São Lourenço, em Beja (9/Agosto) outros que não devemos classificar antecipadamente: Os Cunhal Patrício! Lá estaremos …… O grupo há-de saber estar e não desmerecer a confiança que os amigos e a aficion lhe vão dedicando!
Sorte moços ……. Um abraço do
Joaquim Estevens
27.07.2008
Tan ter Lan tan! Ole! Parabéns ao grupo de Beja
Entradas é uma freguesia importante do concelho de Castro Verde que demarca o mesmo e o de Beja, tal como o de Aljustrel. Esta simpática vila que já foi sede de concelho (1836) e que ostenta um interessante património religioso (Igreja Matriz do século XVIII, Igreja da Misericórdia do século XV e a não menos importante Capela da Senhora da Esperança do século XVI) é marco importante no património natural, já que, nos campos e áreas circundantes, se encontram várias espécies avícolas, sob o regime de protecção ambiental, como é o caso da abetarda, ave estepária que tem nestas zonas o seu habitat natural. A designação de Entradas, não está claramente definida: Se para uns significa a entrada de D. Afonso Henriques no reino dos Mouros (para a Batalha de Ourique), para outros (e nós estamos nessa) significa a saída das terras de barro para a entrada no “ Campo Branco”: terra de boas pastagens, destino dos grandes rebanhos de ovelhas, que nos séculos (de que há escritos, “transumancia”) XV e XVI, demandavam as zonas de Entradas, Castro Verde e Ourique, oriundos das zonas mais frias e inóspitas do país (Serra da Estrela e outras). Depois deste pequeno intróito “histórico-cultural” (perdoar-nos-ão a imodéstia), vamos lá então falar do e sobre o tema a que gostosamente estamos devotados: As corridas de toiros onde o nosso Grupo está presente! Desta vez, Entradas!
Corrida anunciada (e realizada) com os cavaleiros Joaquim Bastinhas, Tito Semedo e Rui Fernandes, para lidar um curro da ganadaria São Martinho. Para a função Homem/Toiro, perfilaram-se três grupos: São Mansos, Cuba e Beja.
Conforme já anteriormente temos referido e sem querer analisar a prestação particular dos intervenientes, ousamos dizer: O cavaleiro de Elvas, não esteve no seu melhor, já que os animais que lhe tocaram em sorte, não lhe permitiram uma actuação como lhe é peculiar: no entanto, não desmereceu alguns aplausos do público. Tito Semedo (praticamente na sua terra), cravou ferros de bom nível, quer no 2º quer no 5º da noite: . No intervalo da corrida, a organização, homenageou o cavaleiro de Santana da Serra, pelos seus 15 anos de alternativa. O público brindou o homenageado com fortes aplausos. Rui Fernandes, toureou e encantou: Com a sua alegre forma de bregar e citar, esteve bem a cravar e a rematar, pelo que o publico foi demonstrando ao longo das lides grande satisfação e alegria, remetendo-lhe inúmeros aplausos, tanto nas lides, como também nos passeios de agradecimento!
Se na semana passada, nos havíamos deparado com toiros da ganadaria Santiago, esta semana e nesta corrida, das Festas em honra de Santiago, padroeiro de Entradas, os toiros lidados, foram da Ganadaria de São Martinho: É caso para dizer: andamos com os Apóstolos e enquanto andarmos com Eles, andamos bem, cumprindo e sem problemas de maior. Neste particular e para pegar o terceiro da noite, um toiro de quatro anos com cerca de quinhentos quilos, saltou à arena o promissor (como já temos dito) João Fialho: Pegou à segunda tentativa, com muito brio e garra, um toiro que inicialmente se defendeu e procurou o forcado não permitindo que este se fechasse e consumasse a pega. O João Fialho esteve sempre bem na cara do toiro, com o grupo a ajudar à “maneira”: Destaque especial para o primeiro ajuda Jeremias Lencastre, que uma vez mais, evidenciou experiência!
E para o último da noite (na qual, igualmente, não faltaram emoções fortes e nós que o digamos), Ricardo Castilho foi o forcado nomeado: Uma vez mais, tal como em Vila Nova, o forcado esteve bem. Se em Vila Nova, não obstante a sua “galhardia” não conseguiu concretizar a pega, em Entradas, consegui-o à terceira tentativa: Feito que realizou com muita arte e emoção, perante um toiro que desde inicio revelou alguns problemas quer ao capote, quer ao cavalo: A ajudar, o grupo esteve em pleno com o Rui Saturnino a rubricar uma excelente e notória actuação. O cabo Manuel Almodôvar, demonstrou e deu uma confiança extrema no Ricardo Castilho, o qual, estamos em crer, tem garra de forcado e terá que estar preparado para outras chamadas: Daqui lhe dizemos, com toda a esperança e grande
Amizade …. Sorte… Moço!
E a “croniqueta” já vai longa…. A corrida esteve no seu global em bom nível:
Sem esquecer ou menosprezar o Grupo de São Mancos, uma palavra de apreço, estimulo e carinho para com o “ Grupo da Cuba”: Uma vez mais, o seu cabo José Horta, esteve à altura, mostrando e demonstrando as suas capacidades.
E parabéns à organização (Rádio Castrense), a qual, temos constatado, não se tem poupado a esforços no sentido de melhorar o evento, este na sua nona edição, pelo que é já uma referência reconhecida e aceite no calendário taurino do Baixo Alentejo: Bem haja e que continue!
Depois dos Santiago em Vila Nova, dos São Martinho em Entradas, esperam-nos no dia de São Lourenço, em Beja (9/Agosto) outros que não devemos classificar antecipadamente: Os Cunhal Patrício! Lá estaremos …… O grupo há-de saber estar e não desmerecer a confiança que os amigos e a aficion lhe vão dedicando!
Sorte moços ……. Um abraço do
Joaquim Estevens
27.07.2008
Tan ter Lan tan! Ole! Parabéns ao grupo de Beja
domingo, 20 de julho de 2008
Crónica da Corrida de Vila Nova da Baronia
Corrida de Toiros em Vila Nova de Baronia.
Na passada sexta feira, a 18 de Julho, a simpática Vila Nova, também conhecida por Vila Nova de Alvito, mostrou à aficion que é possível realizar espectáculos tauromáquicos sérios, mesmo em praças desmontáveis, bastando para tal, que as organizações se empenhem a fundo nos condimentos necessários à Festa. Compareceram acompanhados das respectivas quadrilhas, os cavaleiros Tito Semedo, Rui Fernandes e Sónia Matias, para lidar um curro de toiros da Ganadaria Santiago.
Com a espinhosa missão de pegar o dito, apresentaram-se os Forcados de Cascais, Pinhal Novo e Beja.
Santiago, nome de um apóstolo de Jesus Cristo, figura importante do Cristianismo que é venerado e adorado em toda a península ibérica, é patrono de várias artes e oficios: Assim sendo e por associação de ideias, seria suposto que o nome Santiago nos levasse a pensar em algo de terno, algo de benévolo, algo de bom, etc. etc. Levava sim senhor, se não tivéssemos visto os “ Santiagos “ da Corrida de Vila Nova. Tivemos oportunidade de apreciar um curro de toiros, homogéneo, com características muito próprias, com bravura , peso e apresentação (q.b.), sendo que alguns, nem sempre permitiram as melhores lides e sortes, que os cavaleiros tentavam e o publico esperava.
Nota alta para o cavaleiro Rui Fernandes, cujas as actuações foram de muito bom nível, pelo que o publico o premiou com fortes ovações e aplausos. Se as coisas correram, de uma maneira geral, de feição para os cavaleiros, já que todos, tiveram alguns bons momentos, o mesmo, já não podemos dizer sobre os forcados, que tiveram uma noite muito dura e difícil. A missão foi efectivamente muito espinhosa para os três grupos.
Não é nosso hábito, analisar aqui as prestações dos outros grupos, focando-nos, isso sim na performance do Grupo de Forcados Amadores de Beja.
Esta corrida, era a corrida que faltava ao nosso grupo, já que até aqui, tudo tinha sido e corrido sem dificuldades de maior, podendo gerar-se alguma sensação de facilitismo. Entendemos considerar esta corrida, na qual houve peso e bravura, tal como outras que certamente , se lhe hão-de seguir , como uma experiência para todos: Há que tirar delas as devidas ilações para o futuro. Foi Ricardo Soares, quem tentou pegar o terceiro da noite: conseguiu-o à terceira tentativa, viajando na cabeça de um toiro que se arrancava com uma investida franca e veloz, parando junto às tábuas com o grupo a ajudar e a corrigir as insuficiências anteriores. Ao grupo de Beja, estava destinada a missão de pegar os toiros de Sónia Matias: Assim, para o último da noite, outro Ricardo se aprestou: este, o Castilho, não obstante ter estado alegre e franco na cara do animal, não conseguiu consumar a pega, o que viria a acontecer, pelo forcado Alcides Cochilha, que evidenciou técnica e experiência para dominar um touro cheio de sentido.
Não obstante as dificuldades que o grupo sentiu e viveu nesta corrida, devemos salientar a sua coesão e espírito de entre ajuda: mensão especial para a prestação da ajuda Jeremias Lencastre, do Olavo Baião e do Cabo Manuel Almodôvar a rabejar.
Uma palavra de apreço muito especial, para o publico que lotava a praça, o qual soube sempre entender, dar o seu apoio e carinho a todos os Forcados, esquecendo e relevando os momentos menos bons que alguns passaram.
Como sempre temos dito a vida dos toiros não é fácil…. Estaremos sempre connvosco!
Sorte moços ……. Um abraço do
Joaquim Estevens
19.Julho.2008
Tan ter Lan tan! Ole! Parabéns ao grupo de Beja
Na passada sexta feira, a 18 de Julho, a simpática Vila Nova, também conhecida por Vila Nova de Alvito, mostrou à aficion que é possível realizar espectáculos tauromáquicos sérios, mesmo em praças desmontáveis, bastando para tal, que as organizações se empenhem a fundo nos condimentos necessários à Festa. Compareceram acompanhados das respectivas quadrilhas, os cavaleiros Tito Semedo, Rui Fernandes e Sónia Matias, para lidar um curro de toiros da Ganadaria Santiago.
Com a espinhosa missão de pegar o dito, apresentaram-se os Forcados de Cascais, Pinhal Novo e Beja.
Santiago, nome de um apóstolo de Jesus Cristo, figura importante do Cristianismo que é venerado e adorado em toda a península ibérica, é patrono de várias artes e oficios: Assim sendo e por associação de ideias, seria suposto que o nome Santiago nos levasse a pensar em algo de terno, algo de benévolo, algo de bom, etc. etc. Levava sim senhor, se não tivéssemos visto os “ Santiagos “ da Corrida de Vila Nova. Tivemos oportunidade de apreciar um curro de toiros, homogéneo, com características muito próprias, com bravura , peso e apresentação (q.b.), sendo que alguns, nem sempre permitiram as melhores lides e sortes, que os cavaleiros tentavam e o publico esperava.
Nota alta para o cavaleiro Rui Fernandes, cujas as actuações foram de muito bom nível, pelo que o publico o premiou com fortes ovações e aplausos. Se as coisas correram, de uma maneira geral, de feição para os cavaleiros, já que todos, tiveram alguns bons momentos, o mesmo, já não podemos dizer sobre os forcados, que tiveram uma noite muito dura e difícil. A missão foi efectivamente muito espinhosa para os três grupos.
Não é nosso hábito, analisar aqui as prestações dos outros grupos, focando-nos, isso sim na performance do Grupo de Forcados Amadores de Beja.
Esta corrida, era a corrida que faltava ao nosso grupo, já que até aqui, tudo tinha sido e corrido sem dificuldades de maior, podendo gerar-se alguma sensação de facilitismo. Entendemos considerar esta corrida, na qual houve peso e bravura, tal como outras que certamente , se lhe hão-de seguir , como uma experiência para todos: Há que tirar delas as devidas ilações para o futuro. Foi Ricardo Soares, quem tentou pegar o terceiro da noite: conseguiu-o à terceira tentativa, viajando na cabeça de um toiro que se arrancava com uma investida franca e veloz, parando junto às tábuas com o grupo a ajudar e a corrigir as insuficiências anteriores. Ao grupo de Beja, estava destinada a missão de pegar os toiros de Sónia Matias: Assim, para o último da noite, outro Ricardo se aprestou: este, o Castilho, não obstante ter estado alegre e franco na cara do animal, não conseguiu consumar a pega, o que viria a acontecer, pelo forcado Alcides Cochilha, que evidenciou técnica e experiência para dominar um touro cheio de sentido.
Não obstante as dificuldades que o grupo sentiu e viveu nesta corrida, devemos salientar a sua coesão e espírito de entre ajuda: mensão especial para a prestação da ajuda Jeremias Lencastre, do Olavo Baião e do Cabo Manuel Almodôvar a rabejar.
Uma palavra de apreço muito especial, para o publico que lotava a praça, o qual soube sempre entender, dar o seu apoio e carinho a todos os Forcados, esquecendo e relevando os momentos menos bons que alguns passaram.
Como sempre temos dito a vida dos toiros não é fácil…. Estaremos sempre connvosco!
Sorte moços ……. Um abraço do
Joaquim Estevens
19.Julho.2008
Tan ter Lan tan! Ole! Parabéns ao grupo de Beja
domingo, 13 de julho de 2008
Crónica da Corrida da Vidigueira
Vidigueira :
Vila do nosso distrito onde abundam nomes ilustres da história de Portugal: Cite-se aqui e só a titulo de exemplo: Vasco da Gama, O navegador, que não sendo natural da Vidigueira (era de Sines), foi Conde da Vidigueira, em recompensa pelos feitos praticados no tempo de El Rei D. Manuel. No século XIX, andou por este concelho e limítrofes, Fialho de Almeida, figura impar da literatura alentejana, ainda hoje, recordado em todas as Escolas e tertúlias do e sobre o Alentejo. Mais recentemente e sobre o tema que aqui nos traz, não podemos olvidar os nomes de António Maltez, José Maltez, José Pedro Faro, Carapeto Madeira, Armando Vidigueira e António Mendes Pinto (certamente, outros existirão, cujo nome neste momento não nos vem à memória), que deixaram o seu nome gravado com letras do mais fino recorte, nas páginas do livro da forcadagem nacional.
Uma nota de apreço para eles! Como dizia o poeta: Bendita a terra que tais filhos tem!
Depois desta pequena introdução que nos parece justa e adequada, falemos então da 1ª
Grande Corrida dos Gamas, que se realizou dia 11 de Julho. Compareceram, como estava anunciado, os cavaleiros Luís Rouxinol, Marcos José e Rui Fernandes, que lidaram seis novilhos / toiros da Ganadaria António Charrua: Com a missão de evento em apreço, quis-nos parecer, que o mesmo decorreu de forma muito agradável.
Os toiros / novilhos, com bom aspecto e apresentação, cumpriram mostrando bravura e nobreza q.b., possibilitando aos cavaleiros actuações fáceis, alegres e vistosas. Seguindo nesta ordem de ideias, não nos pertence e por dever de oficio, não nos cabe escrever sobre o grupo que nos acompanhou: O Grupo “ da Cuba”, igualmente terra de boa gente e onde guardamos grandes e bons amigos. Será injusto, esquecer aqui a prestação do forcado Luís Calado: Boa pega.... Valente pega.... Sim Senhor .... Esteve bem... mandando, toureando e depois aguentando: Parabéns !
E agora .... ??? falemos de nós !!! Em meu entender, vencemos com brilho, mais uma etapa da nossa história. O Grupo de Forcados Amadores de Beja, apresentou-se com aquela dignidade e aprumo que se impõem, com a disposição própria de quem quer reconquistar (porque o GFAB já lá esteve) um lugar cimeiro no panorama taurino nacional. Como já tivemos oportunidade de dizer / escrever, em apontamentos anteriores, o Cabo Manuel Almodôvar, conhece a matéria prima que tem ao seu dispor:
Assim, chamou à função e para ir à cara dos touros que nos tocaram em sorte, os forcados Aurélio Mendes, Mauro Lança e Alcides Cochilha. Estiveram bem; O Aurélio e o Alcides a consumar as respectivas pegas à primeira tentativa, evidenciando técnica e conhecimento: O Mauro Lança, pegou à segunda tentativa, tendo emendado o seu falhanço com muito aprumo e rigor, consumando uma bonita e vistosa pega, após o toiro ter sido colocado nos terrenos ideais. Se no último apontamento, havíamos dito, que o Ruben Baião nos causou alguma desilusão, hoje é justo dizer, que ele teve uma prestação notória na corrida da Vidigueira: Tanto ele como o José Maria Brito Paes,
estiveram bem a rabejar, tal como todo o grupo esteve à altura pretendida nas ajudas.
Tendo pegado com êxito os três novilhos / toiros que lhe couberam em sorte, o Grupo
de Forcados Amadores de Beja, sobe mais um degrau na escala dos Grupos De Forcados. Em nosso modesto entender, o Grupo de Forcados Amadores de Beja, por força do seu trabalho e dedicação, há-de atingir de modo próprio, o lugar a que tem direito, já que, parece não lhe faltar elementos com valor e força de vontade. Como já várias vezes temos dito, cada dia é uma lição e com elas temos de aprender: Estamos certos, que todos estão a aprender e desejosos de ultrapassar e pegar os próximos toiros. É bonito e gratificante, verificar o número de familiares e acompanhantes do Grupo de Forcados Amadores de Beja: Estamos e estaremos sempre convosco. Por favor não nos desiludam ! Sorte… moços!!
Um abraço do Joaquim Estevens !
13.Julho.2008
Tan ter Lan tan! Ole! Parabéns ao grupo de Beja
Vila do nosso distrito onde abundam nomes ilustres da história de Portugal: Cite-se aqui e só a titulo de exemplo: Vasco da Gama, O navegador, que não sendo natural da Vidigueira (era de Sines), foi Conde da Vidigueira, em recompensa pelos feitos praticados no tempo de El Rei D. Manuel. No século XIX, andou por este concelho e limítrofes, Fialho de Almeida, figura impar da literatura alentejana, ainda hoje, recordado em todas as Escolas e tertúlias do e sobre o Alentejo. Mais recentemente e sobre o tema que aqui nos traz, não podemos olvidar os nomes de António Maltez, José Maltez, José Pedro Faro, Carapeto Madeira, Armando Vidigueira e António Mendes Pinto (certamente, outros existirão, cujo nome neste momento não nos vem à memória), que deixaram o seu nome gravado com letras do mais fino recorte, nas páginas do livro da forcadagem nacional.
Uma nota de apreço para eles! Como dizia o poeta: Bendita a terra que tais filhos tem!
Depois desta pequena introdução que nos parece justa e adequada, falemos então da 1ª
Grande Corrida dos Gamas, que se realizou dia 11 de Julho. Compareceram, como estava anunciado, os cavaleiros Luís Rouxinol, Marcos José e Rui Fernandes, que lidaram seis novilhos / toiros da Ganadaria António Charrua: Com a missão de evento em apreço, quis-nos parecer, que o mesmo decorreu de forma muito agradável.
Os toiros / novilhos, com bom aspecto e apresentação, cumpriram mostrando bravura e nobreza q.b., possibilitando aos cavaleiros actuações fáceis, alegres e vistosas. Seguindo nesta ordem de ideias, não nos pertence e por dever de oficio, não nos cabe escrever sobre o grupo que nos acompanhou: O Grupo “ da Cuba”, igualmente terra de boa gente e onde guardamos grandes e bons amigos. Será injusto, esquecer aqui a prestação do forcado Luís Calado: Boa pega.... Valente pega.... Sim Senhor .... Esteve bem... mandando, toureando e depois aguentando: Parabéns !
E agora .... ??? falemos de nós !!! Em meu entender, vencemos com brilho, mais uma etapa da nossa história. O Grupo de Forcados Amadores de Beja, apresentou-se com aquela dignidade e aprumo que se impõem, com a disposição própria de quem quer reconquistar (porque o GFAB já lá esteve) um lugar cimeiro no panorama taurino nacional. Como já tivemos oportunidade de dizer / escrever, em apontamentos anteriores, o Cabo Manuel Almodôvar, conhece a matéria prima que tem ao seu dispor:
Assim, chamou à função e para ir à cara dos touros que nos tocaram em sorte, os forcados Aurélio Mendes, Mauro Lança e Alcides Cochilha. Estiveram bem; O Aurélio e o Alcides a consumar as respectivas pegas à primeira tentativa, evidenciando técnica e conhecimento: O Mauro Lança, pegou à segunda tentativa, tendo emendado o seu falhanço com muito aprumo e rigor, consumando uma bonita e vistosa pega, após o toiro ter sido colocado nos terrenos ideais. Se no último apontamento, havíamos dito, que o Ruben Baião nos causou alguma desilusão, hoje é justo dizer, que ele teve uma prestação notória na corrida da Vidigueira: Tanto ele como o José Maria Brito Paes,
estiveram bem a rabejar, tal como todo o grupo esteve à altura pretendida nas ajudas.
Tendo pegado com êxito os três novilhos / toiros que lhe couberam em sorte, o Grupo
de Forcados Amadores de Beja, sobe mais um degrau na escala dos Grupos De Forcados. Em nosso modesto entender, o Grupo de Forcados Amadores de Beja, por força do seu trabalho e dedicação, há-de atingir de modo próprio, o lugar a que tem direito, já que, parece não lhe faltar elementos com valor e força de vontade. Como já várias vezes temos dito, cada dia é uma lição e com elas temos de aprender: Estamos certos, que todos estão a aprender e desejosos de ultrapassar e pegar os próximos toiros. É bonito e gratificante, verificar o número de familiares e acompanhantes do Grupo de Forcados Amadores de Beja: Estamos e estaremos sempre convosco. Por favor não nos desiludam ! Sorte… moços!!
Um abraço do Joaquim Estevens !
13.Julho.2008
Tan ter Lan tan! Ole! Parabéns ao grupo de Beja
sábado, 12 de julho de 2008
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